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Centro trata 243 anêmicos em Feira

Tanto o diagnóstico quanto o atendimento precoces são importantes para evitar sequelas da doença


10/02/2014 às 12:34h

Centro trata 243 anêmicos em Feira
Crédito: Fernanda Fontes/FE

Apesar de ter crescido em quase 70% o índice de pessoas atendidas com anemia falciforme no Centro de Referência Municipal à Pessoa com Doença Falciforme de Feira de Santana, ainda há muitos portadores da doença na cidade que não fazem o acompanhamento adequado. 

Anteriormente, o centro recebia 1 a 2 pacientes novos por semana, mas hoje a unidade de saúde já recebe entre 5 a 6 portadores novos da doença, semanalmente. Os números são da enfermeira e coordenadora do Centro de Referência Municipal, Luciana Brito. O equipamento foi fundado no município há um ano e meio. 

Tanto o diagnóstico quanto o atendimento precoces são importantes para evitar sequelas da doença, como AVE (Acidente Vascular Encefálico), necrose bilateral de quadril, tornar-se um cadeirante, perder a visão, infarto, síndrome torácica aguda e pneumonia, além de crises dolorosas muito fortes nos ossos e músculos. Segundo a enfermeira, as crises são tão grandes que os pacientes chegam a ser internados e fazem uso de medicações fortíssimas. 

Hoje, o centro tem 247 pacientes cadastrados, entre crianças e adultos. A maioria, segundo a coordenadora, tem faixa etária entre 20 e 40 anos. “Mas tem chegado muita criança com 3 a 12 anos. Muitas pessoas que têm a doença falciforme em Feira de Santana fazem acompanhamento em Salvador, na APAE, quando crianças, e no Hemoba, quando adultas. Hoje, a gente já está recebendo esses pacientes por conta da divulgação que tem sido feita”, conta Luciana. 

Até então, não há um estudo sobre o número de pessoas com a doença na cidade. O que se sabe, de acordo com a coordenadora, é que existe uma demanda muito grande. A prevalência na Bahia é que para cada 650 bebês nascidos vivos, um tenha a doença falciforme, e para cada 17 nascidos vivos, um tem o traço. 

“Há uma incidência muito alta. Então, a gente está divulgando esse serviço justamente para as pessoas que têm a doença conheçam o centro de referência, venham fazer seu tratamento e acompanhamento médico aqui”, disse Luciana. “Uma vez descoberta a doença, a qualidade de vida desse paciente é totalmente outra”, alerta. 

A reportagem completa o leitor encontra na edição impressa de domingo/segunda-feira (09-10/02) do jornal Folha do Estado.

FONTE: Da Redação
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