Blocos tradicionais se unem para fortalecer suas ações em Feira de Santana
Com trajetórias consolidadas, os quatro blocos têm presença marcante na Micareta de Feira de Santana
Feira de Santana vive um novo capítulo de articulação cultural e social com a união de quatro importantes blocos tradicionais da cidade: Quilombo do Reggae, Quixabeira da Matinha, Tambores Urbanos e Cortejo Moviafro. A iniciativa nasce com o objetivo de potencializar ações afirmativas, ampliar o alcance de projetos sociais e fortalecer a preservação das culturas de matriz africana que historicamente marcam a identidade feirense.
Com trajetórias consolidadas, os quatro blocos têm presença marcante na Micareta de Feira de Santana, levando às ruas muito mais do que música e desfile. Cada um carrega histórias, ritmos e narrativas que dialogam com ancestralidade, resistência e pertencimento. Ao longo dos anos, tornaram-se referências não apenas no carnaval fora de época, mas também em ações educativas, culturais e sociais desenvolvidas durante todo o ano em comunidades periféricas e tradicionais do município.
Com trajetórias consolidadas, os quatro blocos têm presença marcante na Micareta de Feira de Santana, levando às ruas muito mais do que música e desfile. Cada um carrega histórias, ritmos e narrativas que dialogam com ancestralidade, resistência e pertencimento. Ao longo dos anos, tornaram-se referências não apenas no carnaval fora de época, mas também em ações educativas, culturais e sociais desenvolvidas durante todo o ano em comunidades periféricas e tradicionais do município.
📱 Faça parte do canal do Folha do Estado no WhatsApp
O Quilombo do Reggae se destaca pela valorização da cultura reggae como instrumento de consciência social e identidade negra. A Quixabeira da Matinha, com seu samba de roda ancestral, é símbolo vivo da cultura popular do sertão baiano, reconhecida nacional e internacionalmente. Os Tambores Urbanos reafirmam a força da percussão afro-brasileira como linguagem de mobilização juvenil e expressão comunitária. Já o Cortejo Moviafro atua de forma multicultural, promovendo educação antirracista, valorização estética negra e fortalecimento de ações afirmativas.
Juntos, os blocos estimam alcançar cerca de 10 mil pessoas por meio de oficinas, formações, apresentações culturais, cortejos, ações educativas e atividades comunitárias. A união também traz uma perspectiva concreta de aumento considerável no número de participantes nos desfiles dos quatro blocos, fortalecendo ainda mais a presença popular e simbólica dessas entidades na Micareta e em outros eventos culturais da cidade.
Além do impacto direto nas comunidades onde atuam, a articulação coletiva reforça o compromisso com a preservação dos legados ancestrais, a transmissão de saberes entre gerações e a valorização das culturas negras como patrimônios vivos. Ao se unirem, os blocos reafirmam que tradição e inovação caminham juntas, e que a cultura é uma poderosa ferramenta de transformação social.
O Quilombo do Reggae se destaca pela valorização da cultura reggae como instrumento de consciência social e identidade negra. A Quixabeira da Matinha, com seu samba de roda ancestral, é símbolo vivo da cultura popular do sertão baiano, reconhecida nacional e internacionalmente. Os Tambores Urbanos reafirmam a força da percussão afro-brasileira como linguagem de mobilização juvenil e expressão comunitária. Já o Cortejo Moviafro atua de forma multicultural, promovendo educação antirracista, valorização estética negra e fortalecimento de ações afirmativas.
Juntos, os blocos estimam alcançar cerca de 10 mil pessoas por meio de oficinas, formações, apresentações culturais, cortejos, ações educativas e atividades comunitárias. A união também traz uma perspectiva concreta de aumento considerável no número de participantes nos desfiles dos quatro blocos, fortalecendo ainda mais a presença popular e simbólica dessas entidades na Micareta e em outros eventos culturais da cidade.
Além do impacto direto nas comunidades onde atuam, a articulação coletiva reforça o compromisso com a preservação dos legados ancestrais, a transmissão de saberes entre gerações e a valorização das culturas negras como patrimônios vivos. Ao se unirem, os blocos reafirmam que tradição e inovação caminham juntas, e que a cultura é uma poderosa ferramenta de transformação social.
Essa união representa não apenas o fortalecimento institucional dos blocos, mas também um gesto político e cultural de aquilombamento, resistência e esperança. Em Feira de Santana, a ancestralidade segue pulsando nos tambores, nas vozes, nos passos e na coletividade que constrói, dia após dia, uma cidade mais diversa, justa e consciente de suas raízes.
Comentários:
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.
Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.