Acordo entre MP, estado e prefeitura impede fechamento de escolas em Feira de Santana
O acordo põe fim ao risco de fechamento de unidades, em razão de impasse no processo de transferência da gestão das escolas do Estado para o Município
Os Colégios Estaduais Imaculada e Georgina Soares do Nascimento, em Feira de Santana, a partir da próxima-segunda-feira, dia 26, providenciarão respectivamente a manutenção e a abertura de vagas para alunos do 6º ao 9ª ano do ensino fundamental. A medida resulta de acordo selado nesta sexta-feira, 23, entre o Ministério Público da Bahia, por meio da 2ª Promotoria de Justiça local e do Centro de Autocomposição e Construção de Consensos (Compor), e representantes da Prefeitura e do Governo do Estado.
O acordo põe fim ao risco de fechamento das unidades, em razão de impasse no processo de transferência da gestão das escolas do Estado para o Município, e prevê a oferta imediata de vagas do 6º e 7º anos no Colégio Carminda Mascarenhas para estudantes do Colégio Georgina Erismann, além da avaliação da situação dos Colégios Estaduais Lázaro dos Santos Ferreira; Padre Vieira e Eduardo Fróes da Mota. Uma nova reunião foi marcada para o dia 30 de janeiro de 2026, na sede do Compor, para discussão e ajuste de medidas complementares.
O promotor de Justiça Audo Rodrigues, da 2ª Promotoria de Feira, destacou que a atuação mediadora do Ministério Público buscou minimizar impactos e garantir a proteção integral dos estudantes. Segundo ele, "o acordo firmado evita um prejuízo maior para famílias e crianças dos bairros onde estão localizadas as escolas, assegurando que nenhuma decisão seja tomada sem considerar a realidade social e os riscos que envolvem essa comunidade".
O acordo põe fim ao risco de fechamento das unidades, em razão de impasse no processo de transferência da gestão das escolas do Estado para o Município, e prevê a oferta imediata de vagas do 6º e 7º anos no Colégio Carminda Mascarenhas para estudantes do Colégio Georgina Erismann, além da avaliação da situação dos Colégios Estaduais Lázaro dos Santos Ferreira; Padre Vieira e Eduardo Fróes da Mota. Uma nova reunião foi marcada para o dia 30 de janeiro de 2026, na sede do Compor, para discussão e ajuste de medidas complementares.
O promotor de Justiça Audo Rodrigues, da 2ª Promotoria de Feira, destacou que a atuação mediadora do Ministério Público buscou minimizar impactos e garantir a proteção integral dos estudantes. Segundo ele, "o acordo firmado evita um prejuízo maior para famílias e crianças dos bairros onde estão localizadas as escolas, assegurando que nenhuma decisão seja tomada sem considerar a realidade social e os riscos que envolvem essa comunidade".
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Na reunião, foram consideradas as inquietações da comunidade sobre um eventual fechamento das unidades escolares, como o aumento dos custos de transporte caso os estudantes precisassem ser remanejados para bairros distantes, o receio de circulação em áreas marcadas por conflitos entre facções criminosas e a preocupação com alunos com deficiência, que possuem vínculos consolidados com as equipes pedagógicas das unidades então ameaçadas de encerramento.
Na reunião, foram consideradas as inquietações da comunidade sobre um eventual fechamento das unidades escolares, como o aumento dos custos de transporte caso os estudantes precisassem ser remanejados para bairros distantes, o receio de circulação em áreas marcadas por conflitos entre facções criminosas e a preocupação com alunos com deficiência, que possuem vínculos consolidados com as equipes pedagógicas das unidades então ameaçadas de encerramento.
Participaram do encontro, além do promotor Audo Rodrigues, a coordenadora do Compor, promotora de Justiça Karinny Peixoto; o coordenador do Centro do Apoio Operacional de Defesa da Educação (Ceduc), promotor de Justiça Adriano Marques; o secretário municipal de Educação de Feira Paulo Roberto Gonçalves e representantes da Secretaria de Educação do Estado da Bahia (SEC).
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