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Dólar cai e fecha abaixo de R$ 4,34 após atuação do BC

Entre os fatores domésticos que têm pressionado o dólar está a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic


14/02/2020 às 06:39h

Dólar cai e fecha abaixo de R$ 4,34 após atuação do BC
Crédito: Reprodução

Aatuação do Banco Central (BC), que atuou no mercado futuro de câmbio, impediu que o dólar registrasse mais um recorde. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (13) vendido a R$ 4,336, com queda de R$ 0,015 (-0,35%).

 

No início da sessão, o dólar continuou em trajetória de alta, refletindo o fim da sessão de ontem. Na máxima do dia, por volta das 10h, a cotação encostou em R$ 4,38. O câmbio só reverteu o movimento depois de o BC anunciar um leilão de US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.

 

O dólar passou o resto do dia oscilando entre R$ 4,33 e R$ 4,34. A divisa acumula alta de 8,04% em 2020. No fim da tarde, o BC anunciou que fará mais um leilão de US$ 1 bilhão em contratos de swap nesta sexta-feira (14) pela manhã.

 

No mercado de ações, o dia foi marcado pela realização de lucros. Depois de dois dias seguidos de alta, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou esta quinta com queda de 0,87%, aos 115.662 pontos.

 

Na terça-feira (12), o dólar ultrapassou R$ 4,35 e fechou no maior valor nominal desde a criação do real. Nos últimos dias, uma série de fatores domésticos e internacionais tem provocado turbulência no mercado financeiro.

 

Entre os fatores domésticos que têm pressionado o dólar está a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima.

 

Na China, o receio de que o surto de coronavírus traga impactos para a segunda maior economia do planeta voltou a trazer instabilidade no mercado internacional. A mudança de metodologia de identificação do vírus pelas autoridades chinesas fez o número de casos disparar.

 

Os contratos futuros das principais bolsas de valores do mundo passaram a registrar queda após a notícia, que indica a possibilidade de o surto ser maior que o inicialmente divulgado.

FONTE: Com informações da Agência Brasil
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