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Varejo baiano cresce 5,5% em dezembro de 2012

O crescimento de 5,5% no volume de vendas na Bahia reflete uma moderação nas vendas, comparado ao mês imediatamente anterior, quando se verificou uma expansão de 8,5%


20/02/2013 às 11:13h

 

O comércio varejista da Bahia apresentou em dezembro de 2012 expansão de 5,5% nas vendas, em relação a igual mês de 2011. No acumulado do ano (janeiro a dezembro), o varejo registrou um crescimento de 9,7%, colocando-se acima da média nacional (8,4%). Os dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada em âmbito nacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

O crescimento de 5,5% no volume de vendas na Bahia reflete uma moderação nas vendas, comparado ao mês imediatamente anterior, quando se verificou uma expansão de 8,5%. A facilidade de acesso ao crédito e as baixas taxas de juros, associadas ao comportamento de redução da taxa de desemprego, contribuíram para alavancar as vendas

Entretanto, o Índice de Confiança do Consumidor para a Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu pelo terceiro mês consecutivo, apresentando redução de 1,1%, de 120 pontos em novembro para 118,7 em dezembro. Também na comparação entre dezembro e novembro de 2012, o setor registrou um decréscimo de 0,3% no volume de vendas. No acumulado do ano, comparando-se a média nacional e as demais unidades da federação, o crescimento do varejo baiano (9,7%) ocupa a décima primeira posição.

Desempenho positivo

Em dezembro de 2012, os dados do comércio varejista da Bahia, quando comparados com o mesmo mês de 2011, revelam que cinco de um total de oito ramos que compõem o Indicador do Volume de Vendas apresentaram resultados positivos - equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (45,8%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (21,8%); tecidos, vestuário e calçados (16,7%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (6,8%); móveis e eletrodomésticos (4,0%).

FONTE: agecom
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