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Maioria dos vereadores apoia comércio fechado

Todos os estabelecimentos comerciais da cidade, exceto serviços considerados essenciais, estarão fechados até o próximo dia 1 de junho, como medida para conter os índices de contaminação pelo novo coronavírus


20/05/2020 às 11:42h

Maioria dos vereadores apoia comércio fechado
Crédito: Adriele Mercês/FE

No final da tarde da última segunda-feira (18), o prefeito Colbert Martins (MDB) decretou pela segunda vez o fechamento total do comércio de Feira de Santana. De acordo com o decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial, a partir desta quinta-feira (21), todos os estabelecimentos comerciais da cidade, exceto serviços considerados essenciais, estarão fechados até o próximo dia 1 de junho. A reportagem do Jornal Folha do Estado ouviu os vereadores da Câmara Municipal de Feira de Santana para saber o que cada um pensa sobre a decisão do prefeito.


Como já era de se esperar a maioria dos edis concordou com a medida adotada, e afirmaram que além de chefe do executivo na cidade, Colbert Martins também é médico, e por isso, tem mais propriedade sobre o tema. O vereador Fabiano da Van (MDB) enalteceu a condução do prefeito Colbert. “A decisão foi assertiva, o prefeito está agindo da melhor forma”. A vereadora e líder do PDT em Feira, Eremita Mota levantou a questão como dever político. “Eu tenho coerência em relação a proteção, a política é feita para proteger as pessoas”, disse.


Muitos edis trataram da situação levando em consideração a necessidade dos comerciantes, mas ressaltaram o valor a vida. “Eu sei que a decisão é complicada, mas a vida está em primeiro lugar”, afirmou Luiz da Feira (PROS). “precisamos nos resguardar”, completou Zé Filé (PROS).


A vereadora Neinha (DEM), que é membro da comissão de saúde na Câmara, e técnica de enfermagem, afirmou: “A gente até pode perder na economia, mas ganha na vida”, declarou. “É uma decisão de muita cautela, tanto pensando na vida como nos trabalhadores”, afirmou Ron do Povo (MDB).


A habilitação em medicina do prefeito Colbert foi um ponto levantado em consideração pelos vereadores. “O prefeito é médico infectologista, viu que o número de contágio aumentou muito, essa foi a medida mais sensata”, disse Lulinha (DEM). Eli Ribeiro (Republicanos) ponderou “O prefeito sabe o que está fazendo, isso é para proteger as pessoas”, concluiu. Isaías de Diogo (MDB) comentou também o fluxo da curva de infectados. “Ele tem o diagnóstico para avaliar as decisões que ele toma como prefeito. A decisão está correta”. “É uma decisão de um profissional da saúde”, concluiu Gerusa Sampaio (DEM).


Aglomeração


Outra questão levantada pelos edis, foram outras formas de aglomeração na cidade. “As pessoas não estão levando á sério a pandemia. Está acontecendo aglomeração, o que é muito perigoso”, disse o líder da bancada governista, vereador Marcos Lima (DEM). “Tem que fechar o comércio e tomar decisões mais fortes”, defende o presidente da Câmara José Carneiro. Quanto a esta questão, Cadmiel Pereira (DEM) concorda. “Às vezes, a dureza precisa acontecer para chegarmos a vida normal”, elucidou.


O vereador Zé Curuca (DEM) que recentemente passou por momentos de tensão quando seu filho testou positivo para coronavírus num teste rápido, enalteceu a decisão do prefeito, e solicitou também a fiscalização de aglomerações. “Espero que ele fiscalize também bairros e distritos”, disse.


“Sempre fui contra o prefeito reabrir o comércio, se ele não tivesse reaberto, possivelmente, estaríamos ainda com um índice baixo de contaminação. A decisão do fechamento, eu aprovo”, afirmou o oposicionista Alberto Nery (PT). Já Tourinho preferiu não opinar; Carlito do Peixe (DEM) não compareceu a sessão de terça-feira (19). João Bililiu (PSD) e Gilmar Amorim (MDB) saíram antes da entrevista.


O único edil contra o decreto, foi o vereador Edvaldo Lima (MDB). Que clamou ao prefeito que não feche o comércio. “Não feche o comércio, prefeito, vamos vencer essa guerra trabalhando, vamos trabalhar, o pior é ver as empresas falindo”.

FONTE: Da Redação
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