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Novo estudo com 821 pacientes não comprova eficácia

A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira (3) na revista científica ‘The New England Journal of Medicine’


03/06/2020 às 08:57h

Novo estudo com 821 pacientes não comprova eficácia
Crédito: Reprodução/TV Globo

Um estudo feito com 821 pacientes dos Estados Unidos e Canadá não encontrou prova de eficácia do uso da hidroxicloroquina na prevenção da Covid-19. A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira (3) na revista científica 'The New England Journal of Medicine'.


O estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos EUA, e mais cinco instituições canadenses observou também a incidência de efeitos colaterais nos pacientes que consumiram hidroxicloroquina, mas não houve relato de reações mais graves.


“A mensagem para levar para o público em geral é que, se você é exposto a alguém com Covid-19, a hidroxicloroquina não é uma terapia preventiva ou de pós-exposição eficaz”, disse David Boulware, um dos autores da pesquisa ao "New York Times".


A incidência de novos casos de infecção por coronavírus nos participantes não apresentou muita diferença entre os pacientes que receberam a hidroxicloroquina, os que receberam placebos e os que não receberam nada.


Este é o primeiro ensaio clínico controlado feito com o medicamento anti-malárico. A publicação diz que ao menos 87,6% dos voluntários relataram uma exposição de alto risco a um paciente portador do vírus Sars-Cov-2.


Profissionais de saúde e cuidadores


De acordo com os protocolos do estudo, os participantes foram escolhidos de maneira aleatória. Os pesquisadores deram prioridade a profissionais de saúde e cuidadores de pacientes com Covid-19 que tiveram contato inferior a dois metros e por mais de 10 minutos.


Os participantes foram recrutados através de um chamamento feito em uma rede social e, e segundo o "Washington Post", receberam os medicamentos e placebos em casa sem saber qual haviam recebido.


Um placebo é como se chama o uso de uma substância inertes ou farmacologicamente inativas a um paciente para medida de comparação de eficácia em um teste de medicamentos.


"Dadas as sensibilidades políticas da questão, era importante que os participantes não soubessem quem estava recebendo o medicamento e quem estava recebendo o placebo", disse Boulware ao "Washington Post".


Os voluntários do estudo foram instruídos a consumir as cápsulas (do remédio e do placebo) durante cinco dias. Após este período, os cientistas acompanharam se houve a infecção dos participantes em até duas semanas.


O pesquisador fez uma ressalva sobre o estudo e disse ao "Washington Post" que não havia testes amplos para o diagnóstico da Covid-19 durante o período da investigação. Por isso, a equipe confirmou os casos a partir de análises clínicas em pacientes sintomáticos e depois disso com confirmações em laboratório.

FONTE: Com informações do G1
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