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Atriz Camila Pitanga e filha contraem malária

A atriz e a filha estavam isoladas em uma zona de Mata Atlântica em São Paulo e chegou a suspeitar que poderia ser Covid-19


11/08/2020 às 04:58h

Atriz Camila Pitanga e filha contraem malária
Crédito: Instagram/Arquivo Pessoa

A atriz Camila Pitanga revelou aos seguidores nas redes sociais que ela e a filha, Antônia, contraíram a malária. A artista contou que chegou a acreditar que poderia ser Covid-19, pela similaridade dos sintomas, mas os exames esclareceram o caso.

 

“Foram 10 dias de muito sufoco. Entre picos de febre alta, calafrios e total incerteza. Havia a sombra da possibilidade de estar com Covid-19. Somente no domingo (9/8) recebi o resultado negativo do meu PCR. Mas no lugar de me aliviar, permanecia a agonia, pois eu não fazia ideia do que eu poderia ter. Estava à deriva. Pois bem, uma amiga minha suspeitou que esses picos de febre associados ao fato de estar em isolamento social em uma zona de Mata Atlântica no litoral de SP, podia ser malária”.

 

Camila e a filha foram tratadas pelo SUS, e a global fez uma recomendação aos seguidores de que procurassem o Hospital das Clínicas, caso tivessem o mesmo diagnóstico.

 

“Fui indicada a conversar com dois infectologistas. Os dois extremamente generosos em falar comigo em um domingo já de noite. Dr. Luiz Fernando Aranha e o Dr. André Machado. Agradeço ao último pelas orientações que me levaram ao Hospital das Clínicas da USP. Uma vez que a suspeita era malária, doença muito rara, não há melhor lugar para você ser tratado do que a rede SUS, local de referência e excelência para doenças endêmicas”.

 

A atriz agradeceu aos médicos que cuidaram do caso e voltou a defender o Sistema Único de Saúde.

 

“Faço cá meus votos de gratidão a todas e todos agentes de saúde, que além de estarem na trincheira nessa luta contra a covid-19, estão aí atendendo inúmeras outras demandas com seu profissionalismo em meio a condições e incertezas muito grandes. É de suma importância valorizar a existência desse sistema de saúde que cuida de tanta gente, principalmente dos que não tem condições de pagar um plano de saúde. Estamos em um país onde uma doença matou mais de 100 mil pessoas em poucos meses. Esse número poderia ser o triplo ou mais se não fosse o SUS. A catástrofe seria ainda maior”.

FONTE: bahia.ba
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