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Geilson fala sobre gestão, Micareta e hospital municipal

Ele contou que se sente preparado intelectual e emocionalmente, para governar uma cidade ‘cheia de problemas’


25/10/2020 às 06:22h

Geilson fala sobre gestão, Micareta e hospital municipal
Crédito: Divulgação

Feirense de 60 anos de idade, radialista há 42 anos, professor, ex-deputado estadual e ex-ouvidor do Estado. É desta forma que se descreve o candidato do PODEMOS, Carlos Geilson, que está disputando a cadeira de prefeito de Feira de Santana. Em entrevista na manhã da última terça-feira (20), ele contou que se sente preparado intelectual e emocionalmente, para governar uma cidade “cheia de problemas”.


Um dos seus destaques foi a criação do tão esperado hospital municipal, que, segundo o candidato, juntamente com as UPAS, policlínicas e com o Cleriston 1 e 2 deve atender a demanda de leitos do município e região. Na saúde, ele ainda citou o Programa Saúde Digital, com marcação de consultas através do celular e a valorização de programas de saúde da mulher.


Uma das festas mais tradicionais do município, a Micareta, deve acontecer uma semana antes do carnaval, mas conta que estará aberto para outras propostas. Valorização dos artistas feirenses e de rua também foi apresentada como um de seus projetos de governo.


Na mobilidade urbana, avenidas devem ser ampliadas, e duplicadas, como a Tomé de Sousa e algumas sinaleiras extintas. Já nos distritos, além de estimular a agricultura familiar ele pretende melhorar o acesso de quem sai da sede para as localidades, dos distritos para os povoados e vice-versa.


Geilson contou que pretende dar início a uma gestão municipal moderna e oxigenada, dando oportunidade aos jovens capacitados para estar no governo. Entre os assuntos tratados, a segurança pública foi pontuada como responsabilidade do Estado, mas que segundo ele, não exime o município de sua responsabilidade. “A segurança pública de Feira vai mal, mas é um fenômeno que acontece nas grandes cidades, e o município deve colaborar com o que puder com o estado”, ressaltou.


Questionando se faz parte da base do governo Rui Costa, ele pontua que fez parte, pois assumiu um cargo de confiança, quando foi ouvidor do estado, mas continua com seu propósito de ser prefeito de Feira, para apresentar um programa alternativo “que fuja dessa disputa direita e esquerda”, finalizou.

 

FONTE: Da Redação
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