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‘Pacto de Feira’ aguarda definição de estudo para avançar

O Pacto de Feira foi lançado no dia 25 de fevereiro de 2013, com o objetivo de promover a requalificação do centro comercial do município


10/08/2014 às 03:00h

‘Pacto de Feira’ aguarda definição de estudo para avançar
Crédito: Reprodução
Projeto atualizado do Shopping Popular em Feira de Santana-Ba

Com um ano e cinco meses depois que o poder público anunciou o lançamento do Pacto de Feira, pouca coisa ou quase nada mudou na paisagem comercial de Feira de Santana. Segundo as autoridades municipais, os projetos estão em fase final de estudos e que logo irá iniciar a execução das obras que prometem revolucionar o centro da cidade.


O Pacto de Feira foi lançado no dia 25 de fevereiro de 2013, com o objetivo de promover a requalificação do centro comercial do município. Para atingir seu objetivo máximo, o projeto contempla obras de impacto na infraestrutura de ruas, praças e calçadões situados no coração econômico da cidade, a exemplo da Avenida Senhor dos Passos, cuja fiação elétrica passará a ser subterrânea, a implantação da Zona Azul, para promover a disciplina no estacionamento de veículos, carga e descarga de mercadorias, e a padronização das barracas de camelôs, ao longo do calçadão da Rua Sales Barbosa e ruas adjacentes.


A empresa mineira Uai (Unidade de Ambulantes Integrados), que já tem experiência em projetos para ambulantes, manifestou interesse na obra do shopping popular, que será construído em uma área de aproximadamente 15 mil m² no cento de abastecimento. “A empresa tem um prazo de seis messes para que apresente os estudos técnicos, operacionais e jurídicos para o município visando à instalação, e esse prazo venceu no mês de julho. Esses estudos vão levar a Prefeitura a tomar um posicionamento de licitar essas ações, essas obras e sensibilizar os interessados”, explicou o secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Junior.


Para outros pontos citados no projeto como a padronização das barracas de ambulantes na Sales Barbosa, o secretário informou: “Não haverá mais a padronização das barracas, pois o Shopping Popular já atenderá esta demanda, a Sales Barbosa hoje em dia tem aproximadamente 580 ambulantes cadastrados, e estamos fechando uma parceria com o SEBRAE para oferece oficinas de capacitação, porque não é só espaço físico que vai mudar, mas é também o comportamento”.


Outro grande problema de urbanização que a cidade enfrenta é o trânsito, que muitas vezes atrapalha as relações comerciais no centro da cidade. “A questão da zona azul passa por um problema jurídico, porque quando fomos fazer a licitação houve uma ação pública e estamos esperando o parecer da Justiça para que a gente possa se instalar e dar um novo comportamento a complexidade do trânsito feirense e facilitar o comércio”, pontuou o gestor.


Borges Junior aproveitou a oportunidade para falar sobre as obras de reestruturação do Mercado de Arte Popular feirense, uma das ações que pontuadas no pacto. “Quando você trabalha como obras existem muitas variáveis, no caso do MAP, o projeto já tinha sido feito, mas não contemplava em nada a acessibilidade do prédio, durante o período de chuvas também identificamos algumas infiltrações, aí nos reunimos com o Planejamento e com a empresa e modificamos o projeto”.


O secretário se mostrou satisfeito com o andamento do projeto. “Eu acho que tudo aquilo que a gente programou está dentro do plano de ação para o Pacto de Feira de Santana, está tudo cronologicamente dentro do que foi pensado, esse será um projeto que irá mudar todo o perfil da cidade".

FONTE: Da Redação
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