Ponto e Vírgula 09/01/2026

Ponto e Vírgula 09/01/2026

Sobe - A Bahia que em pouco mais de dois anos gerou mais de 270 mil novas vagas de emprego formal segundo o Caged 

Desce - Governo dos EUA por postar em redes sociais, uma bandeira pré-Guerra Civil em meio a críticas de líderes europeus

Apoio confirmado 

O senador Otto Alencar (PSD) garantiu que vai apoiar a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na eleição deste ano, mesmo que o senador Ângelo Coronel (PSD) não faça parte da chapa governista que vai disputar o pleito deste ano. Em entrevista ao Programa Política ao Vivo, concedida ontem (8), Otto Alencar, que é presidente do PSD na Bahia, revelou ainda que o partido não deve fazer qualquer exigência caso Coronel não faça parte da chapa. "O PSD só indicará um nome para a chapa, que é o de Ângelo Coronel. Se por acaso ele não for, o partido permanece na aliança, mas não indica ninguém, para não parecer que houve troca ou compensação política", pontuou. 

Já faz tempo

Que Coronel deixou claro que quer a vaga na chapa principal como candidato à reeleição ao Senado e não aceita outra situação, muito menos ser candidato à vice-governador na chapa de Jerônimo Rodrigues. Ao comentar a decisão de Coronel em não aceitar ser candidato a vice-governador, Otto afirmou que respeita a posição do correligionário. "Eu até disse que nasci para ser vice-governador, mas respeito a opinião dele. É meu compadre, meu amigo", declarou. 

Provocação 

O senador Jaques Wagner afirmou, na quarta-feira (8), que Salvador só anda por conta do governo do Estado. A declaração do político, que também foi governador da Bahia, ocorreu em entrevista à Band, que foi postada pelo político em suas redes sociais. Segundo Wagner, as principais obras de mobilidade da capital baiana foram obras estaduais, enquanto a prefeitura de Salvador fez coisas pontuais e que não se comparam ao trabalho desenvolvido pelo atual governador e seu antecessor. "Modéstia a parte, se Salvador anda é por conta do governo estadual. Transformamos a mobilidade urbana da cidade. Fizemos a Via Expressa, avenidas transversais, colocamos o metrô para andar e agora vem o VLT e a nova rodoviária. A prefeitura fez algumas coisas, com o BRT, mas sem se compara", escreveu ele em postagem no X. 

Demissão 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou uma carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ontem (8). As informações são da CNN Brasil. De acordo com a publicação, Lewandowski teria entregue o documento antes de participar da cerimônia alusiva aos atos golpistas de 8 de Janeiro, ao lado de Lula, que aconteceu no Palácio do Planalto. A expectativa é de que a exoneração de Lewandowski seja publicada no Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta semana. Para a vaga de Lewandowski no Ministério da Justiça, o nome mais cotado é o do ex-procurador de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) Wellington César Lima e Silva. 

Nikolas 

O deputado federal Nikolas Ferreiras (PL-MG) utilizou as redes sociais na quarta-feira (7) para fazer críticas aos três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro completados nesta quinta-feira. Na publicação, Nikolas publicou um vídeo em que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) insiste em usar a palavra "golpe" para justificar "excessos", "silenciar perguntas" e "transformar cidadãos comuns em inimigos". "No dia 8 de janeiro, o governo insiste em repetir uma palavra como se ela dispensasse provas: golpe. Repete para justificar excessos. Repete para silenciar perguntas. Repete para transformar cidadãos comuns em inimigos do Estado", diz o vídeo. "Não houve golpe. Houve desordem, houve vandalismo. Houve crime, e crime se pune. Mas golpe exige armas, comando de hierarquia, liderança e tentativa de tomar o poder", declara a postagem feita pelo parlamentar mineiro. 

Anulou

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou nula a sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) que buscava apurar as condições do atendimento médico oferecido ao ex-presidente Jair Bolsonaro na sede da PF. O caso ocorre após o ex-presidente sofrer um traumatismo craniano leve. Na quarta-feira (7) o CFM determinou que o Conselho Regional de Medicina de Brasília instaurasse a "imediata sindicância", afirmando que o político deveria ter uma "assistência médica em múltiplas especialidades". 

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Sábado, 10 Janeiro 2026

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