Ponto e Vírgula 24/01/2026
Sobe - A Uefs por ter obtido nota 4 de 5 possíveis no Exame Nacional de Medicina
Desce - O governador de Santa Catarina, Jorginho Melo, que sancionou lei que proíbe cotas raciais em universidades do Estado
Críticas
O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou ontem (23) o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), após o petista atribuir ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) o aumento da violência no país. Em entrevista, Roma afirmou que Rui Costa tenta "transferir responsabilidades" ao culpar Bolsonaro por problemas acumulados durante os 20 anos de governos petistas na Bahia. Segundo Roma, é "inadmissível" que o ex-governador critique Bolsonaro enquanto deixa de assumir o legado de crise que marcou sua gestão, especialmente na área da segurança pública. "Rui Costa governou a Bahia por oito anos e deixou esse caos que nós vivemos hoje na segurança pública. Mais do que falar bobagem, ele faz bobagem", afirmou Roma.
Confiança
O ex-ministro também reforçou sua confiança na candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. "O Flávio já demonstrou essa musculatura. Ele sempre demonstrou ser uma pessoa de trato muito positivo, de muita habilidade política, cordial, experiente, com legitimidade natural de ser filho do nosso ex-presidente Bolsonaro. As pesquisas já mostram isso: ele já pontua muito bem, diminuiu a rejeição. Vamos até as eleições com o Flávio Bolsonaro, próximo presidente do Brasil", disse. Roma disse que conversou recentemente com o senador sobre a Bahia. "Vamos seguir juntos. Ele entende que vivemos aqui um período de quase 20 anos em que o PT faz bonitas propagandas no período eleitoral, mas não entrega o que promete, não melhora a vida dos baianos", declarou.
Chance zero
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou ontem (23) que é "chance zero" a possibilidade de o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), ser substituído pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, na chapa majoritária de 2026. Segundo ele, o partido deve concentrar esforços na reeleição do atual governador e tratar os rumores como uma estratégia de adversários políticos."Olha, chance zero de isso ocorrer, em primeiro lugar porque Jerônimo é um governador bem avaliado e vai para a eleição com grandes chances de fazer o segundo mandato", disse Robinson. "A minha opinião, o PT tem que centrar a campanha em torno de Jerônimo como o grande puxador de votos do Estado para puxar a chapa do Senado inclusive", afirmou.
Zema
O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), cumpre agenda em Salvador neste sábado (24). O mineiro participa de um evento promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), que será realizado no Hotel Quality, no bairro do Stiep. Na capital baiana, Zema conta com o apoio do ex-deputado federal e pré-candidato ao governo do Estado, José Carlos Aleluia (Novo). A visita reforça a movimentação de presidenciáveis em Salvador, que recebeu, em um curto intervalo de tempo, três nomes cotados para disputar o Palácio do Planalto.
Tentativa
Os deputados Lindbergh Farias e Rogério Correia, ambos do PT, protocolaram na última quinta-feira (22) um pedido formal à Polícia Rodoviária Federal (PRF) para que a corporação interrompa a caminhada organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O bolsonarista iniciou a caminhada na última segunda-feira (19), em Paracatu (MG), em direção a Brasília. A expectativa é que o deputado chegue à capital federal no próximo domingo (25). No documento, os deputados dizem que a caminhada representa "risco concreto à segurança viária" por ocorrer em rodovia federal de tráfego intenso. Os petistas disseram ainda que os manifestantes usam o acostamento e, em alguns momentos, invadem a pista.
Projeto
A deputada federal bolsonarista Júlia Zanatta (PL-SC) apresentou um projeto de lei que prevê a proibição da reserva de vagas para pessoas trans em universidades públicas e privadas. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo. Além disso, Zanatta entrou com representação junto ao Ministério Público Federal de Santa Catarina contra o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, Irineu Manoel de Souza, em reação a uma política para a inclusão de transgênero. A unidade de ensino superior reserva 2% das vagas dos cursos de graduação e de pós-graduação a pessoas trans.
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