Brasil tem 237 mortes violentas de LGBTs; Bahia é o 2º estado mais letal
O estado baiano está empatado com Minas Gerais, que aparece em terceiro. Já São Paulo segue sendo o primeiro colocado com 19 homicídios.
O Grupo Gay da Bahia (GGB) revelou, nesta sexta-feira (23), que o Brasil registrou 237 casos de mortes violentas contra membros da Comunidade LGBTQIAPN+, além de outros 20 casos de suícidio. Os dados são referentes ao ano de 2025, e representam uma redução de 11,7% em relação a 2024, quando houveram 291 casos de violência.
Os dados, no entanto, apontam que a cada 34 horas um LGBT+ é morto violentamente. Com esses dados, o Brasil segue a liderança mundial de país que mais mata pessoas LGBTs em todo o planeta. Em segundo lugar aparece o México, com 40 casos e os Estados Unidos, com 10 mortes por ano.
Segundo o levantamento, a região Nordeste foi responsável por 25,7% dos homicídios, tendo 66 membros da comunidade assassinados. Na sequência aparecem o Sudoeste, com 48 casos e o Centro-Oeste como 33. A pesquisa apontou ainda que 84 óbitos foram registrados, mas não houveram a identificação de qual região ocorreu a morte
Os dados, no entanto, apontam que a cada 34 horas um LGBT+ é morto violentamente. Com esses dados, o Brasil segue a liderança mundial de país que mais mata pessoas LGBTs em todo o planeta. Em segundo lugar aparece o México, com 40 casos e os Estados Unidos, com 10 mortes por ano.
Segundo o levantamento, a região Nordeste foi responsável por 25,7% dos homicídios, tendo 66 membros da comunidade assassinados. Na sequência aparecem o Sudoeste, com 48 casos e o Centro-Oeste como 33. A pesquisa apontou ainda que 84 óbitos foram registrados, mas não houveram a identificação de qual região ocorreu a morte
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Entre os estados que mais executaram membros da comunidade, a Bahia registrou 17 homicídios, sendo o segundo estado brasileiro que mais assassinou LGBTs no país. Desses casos, cinco foram registrados em Salvador.
O estado baiano está empatado com Minas Gerais, que aparece em terceiro. Já São Paulo segue sendo o primeiro colocado com 19 homicídios.
"A violência contra a população LGBT+ no Brasil não se distribui de forma uniforme pelo território nacional. Ela se concentra, se intensifica e revela padrões geográficos alarmantes quando observamos os registros de mortes ocorridas nas capitais dos estados em 2025. A análise dos dados disponíveis, que cruza o número absoluto de casos com o tamanho da população, desenha um mapa preocupante das cidades onde ser LGBT+ representa um risco de vida significativamente maior", diz um trecho do documento.
Ainda segundo o levantamento, os principais meios para cometer os crimes são, em primeiro lugar, armas brancas, seguidos por armas de fogo, estrangulamentos e espancamentos.
Entre os estados que mais executaram membros da comunidade, a Bahia registrou 17 homicídios, sendo o segundo estado brasileiro que mais assassinou LGBTs no país. Desses casos, cinco foram registrados em Salvador.
O estado baiano está empatado com Minas Gerais, que aparece em terceiro. Já São Paulo segue sendo o primeiro colocado com 19 homicídios.
"A violência contra a população LGBT+ no Brasil não se distribui de forma uniforme pelo território nacional. Ela se concentra, se intensifica e revela padrões geográficos alarmantes quando observamos os registros de mortes ocorridas nas capitais dos estados em 2025. A análise dos dados disponíveis, que cruza o número absoluto de casos com o tamanho da população, desenha um mapa preocupante das cidades onde ser LGBT+ representa um risco de vida significativamente maior", diz um trecho do documento.
Ainda segundo o levantamento, os principais meios para cometer os crimes são, em primeiro lugar, armas brancas, seguidos por armas de fogo, estrangulamentos e espancamentos.
O levantamento do GGB é feito a cerca de 45 anos, desde 1980, e utiliza ciomo base de dados, noticias divulgadas na mídida sobre violência contra pessoas LGBTs. No Brasil, não é uma há daos oficiais sobre os crimes de ódio contra a comunidade.
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