Corpo de professora morta em RO é transferido para Salvador; Justiça decreta prisão de suspeito

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Corpo de professora morta em RO é transferido para Salvador; Justiça decreta prisão de suspeito

O acusado de praticar o crime é o estudante João Cândido da Costa Junior, 24 anos. Ele passou por audiência de custódia na tarde de sábado (7) e permanecerá preso. 

Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Na tarde de sábado (7), o corpo da professora baiana Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi transferido de Porto Velho (RO) para Salvador, para ser sepultado por familiares e amigos. 

A vítima, que era escrivã da Polícia Civil e professora do Curso de Direito do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), na capital, foi morta a facadas por um estudante, na noite da última sexta-feira (6). O caso é tratado como feminicídio.

O acusado de praticar o crime é o estudante João Cândido da Costa Junior, 24 anos. Ele passou por audiência de custódia na tarde de sábado (7) e deverá permanecer preso preventivamente, segundo decisão da Justiça.

Segundo informações do g1, o suspeito alegou em depoimento à polícia que mantinha um relacionamento com a professora e teria ficado abalado com o distanciamento da vítima, que teria publicado uma foto nas redes sociais com um ex-companheiro.

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Na noite do crime, o estudante aguardou o fim da aula e iniciou uma discussão com Juliana sobre a relação dos dois. Em seguida, desferiu diversos golpes de faca contra ela, na região do tórax. O objeto teria sido dado pela própria vítima ao estudante, junto com um doce dentro de uma vasilha. A vítima chegou a ser socorrida para uma unidade de saúde, porém não resistiu aos ferimentos.

Imagens gravadas por alunos da faculdade mostram o momento em que o acusado tenta fugir da cena do crime, mas é contido por outros estudantes.

Na audiência de custódia, o Ministério Público informou que pediu a prisão preventiva dele como garantia da ordem pública. O órgão repudiou o ato classificado como covarde e afirmou que vai atuar com firmeza na apuração do crime.

O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela faculdade, manifestou profundo pesar e disse que a violência não apagará o legado da professora, que teve sua trajetória como referência de excelência acadêmica, ética e dignidade. 

 

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