Presidente do Inep diz que não houve erro no resultado final do Enamed
Universidades privadas apontam dados divergentes sobre avaliação
O presidente do Inep, Manuel Palacios, afirmou nesta terça-feira (20) que não há erros nos resultados finais da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed 2025), que avaliou 351 cursos de medicina em todo o país.
Cerca de 30% dos cursos tiveram desempenho insatisfatório, quando menos de 60% dos alunos foram considerados proficientes. A nota é usada para calcular o conceito Enade das instituições, que vai de 1 a 5, sendo 1 e 2 considerados insuficientes pelo MEC.
Palacios explicou que houve divergência em dados preliminares, enviados pelo sistema eMEC às faculdades, sobre o número de estudantes considerados proficientes. Esse erro não afetou o cálculo final dos indicadores ou o conceito Enade publicado pelo Inep. Segundo ele, boletins dos alunos e resultados oficiais estão corretos.
Cerca de 30% dos cursos tiveram desempenho insatisfatório, quando menos de 60% dos alunos foram considerados proficientes. A nota é usada para calcular o conceito Enade das instituições, que vai de 1 a 5, sendo 1 e 2 considerados insuficientes pelo MEC.
Palacios explicou que houve divergência em dados preliminares, enviados pelo sistema eMEC às faculdades, sobre o número de estudantes considerados proficientes. Esse erro não afetou o cálculo final dos indicadores ou o conceito Enade publicado pelo Inep. Segundo ele, boletins dos alunos e resultados oficiais estão corretos.
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A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), no entanto, afirma que a sequência de alterações na divulgação dos resultados comprometeu a transparência e a segurança jurídica para as instituições e estudantes, e defende uma apuração criteriosa dos fatos.
A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), no entanto, afirma que a sequência de alterações na divulgação dos resultados comprometeu a transparência e a segurança jurídica para as instituições e estudantes, e defende uma apuração criteriosa dos fatos.
O Inep abrirá, a partir de 26 de janeiro, prazo de cinco dias para que as instituições apresentem questionamentos ou esclarecimentos sobre os resultados da avaliação.
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