Assembleia pode definir mudanças no estatuto do Fluminense de Feira

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Assembleia pode definir mudanças no estatuto do Fluminense de Feira

As modificações foram debatidas no Conselho Deliberativo  

Crédito: Ascom/Fluminense de Feira

Depois de uma temporada complicada – com o não retorno à elite baiana em 2023 – o Fluminense de Feira teve suas atividades reiniciadas na expectativa de que no próximo ano, os objetivos dentro de campo sejam alcançados e além disso que aconteçam mudanças importantes relacionadas ao futuro da agremiação esportiva mais tradicional da cidade. Um dos aspectos são as discussões acerca de uma possível transformação do clube em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

O tema no tricolor feirense vem sendo tratado tanto na esfera executiva como na deliberativa. Do ponto de vista do Conselho Deliberativo, nesta terça-feira (22) vai acontecer uma assembleia geral de sócios e conselheiros cujo objetivo é a aprovação de uma minuta com mudanças pontuais no estatuto do clube é a adequação legal para implantação do modelo de gestão que tem ganhado espaço entre clubes brasileiros como Cruzeiro, Vasco, Botafogo e o Bahia cujo Conselho Deliberativo vai realizar uma reunião ocorreu ontem (21) para discutir a proposta de venda de 90% da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ao Grupo City.

Este e outros pontos foram discutidos ao longo do ano por uma comissão criada dentro Conselho Deliberativo do Touro do Sertão, com a incumbência de analisar o estatuto e pontuar possíveis modificações no regimento interno da agremiação. Além da adequação estatutária para a criação da SAF, a assembleia apreciará pontos como o aumento do mandato dos três poderes do clube de dois para três anos e o aumento do período de associação para ter direito a voto nas eleições do clube.

O presidente do Conselho Deliberativo, Allan Victor Ribeiro, ao longo deste período de discussões sempre enfatizou que as adequações vão trazer novas perspectivas para o Fluminense de Feira. "Os ajustes que estão sendo propostos, estão devidamente alinhados com o Departamento Jurídico (do clube) para que não deliberamos nada de maneira precipitada: aumentar o tempo do mandato dos poderes vai diminuir a questão de entraves e possibilitar mais agilidade na organização. Tivemos problemas de conflitos entre a formatação de estrutura para disputar competições, em meio a processo eleitoral. Com tempo escasso para planejar ficou complicada a situação", pontou. "Outra situação com relação a estabelecer um tempo mínimo para o associado ter direito a votar serve para acabar com polêmicas quanto a validade de processos eleitorais, quando a questão do tempo para o sócio votar foi discutida gerando uma série de situações. Por fim, a questão da SAF é justamente adequar o regimento para que do ponto de vista legal seja possível se realizar este processo no clube, a exemplo do que tem ocorrido com outras agremiações Brasil afora", complementou. 

 

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Segunda, 26 Fevereiro 2024

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