Bahia chega invicto e calculado para duelo no Chile
Ausência de Everton Ribeiro testa plano de Ceni
O Bahia estreia na segunda fase da Pré Libertadores nesta quarta-feira, contra o O'Higgins, no estádio El Teniente, no Chile, com uma urgência que define o semestre. Quem cair fica fora da Libertadores e também da Copa Sul Americana em 2026. O Tricolor chega com 11 jogos no ano, oito vitórias, três empates, 82 por cento de aproveitamento, 26 gols marcados e nove sofridos.
A lupa está na gestão de energia. Rogério Ceni rodou escalações, alternou time principal, reservas e garotos para preservar peças e acelerar adaptação, sem perder resultado. O chamado "time A" fez poucos jogos, mas a equipe manteve padrão e competitividade. O problema é que o camisa dez Everton Ribeiro está suspenso, e a reposição deve recair sobre Erick ou Rodrigo Nestor.
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O cenário é de elenco enxuto em saídas, mas mais funcional em opções. Foram 11 jogadores deixando o grupo, enquanto retornos e chegadas no ataque ampliam alternativas, com Mateo Sanabria recuperado e reforços como Kike Olivera e Everaldo. A base também empurrou nomes para a vitrine, e isso dá ao Bahia profundidade para atravessar calendário pesado sem implodir rendimento.
O veredito é que a invencibilidade é mérito, mas não é garantia. O Bahia chega pronto no físico e organizado no plano, só que mata mata internacional cobra decisão em detalhes, sobretudo fora de casa. Sem seu principal articulador, o time precisa provar que o modelo é maior que o craque, e que a ambição não depende de um único passe.
Com informações de: ge.
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