Bahia e Vitória lideram presença popular na Série A
Fonte Nova e Barradão viram termômetros de fidelidade
A Série A de 2025 confirmou nas arquibancadas uma marca histórica do futebol baiano. Bahia e Vitória figuram entre os clubes com maiores taxas de ocupação como mandantes, em um campeonato de 19 jogos em casa. O Esquadrão alcançou média de 38.160 pagantes na Arena Fonte Nova, índice que representa 81 por cento da capacidade e o quarto melhor da competição. O Vitória, por sua vez, levou em média 22.144 torcedores ao Barradão, chegando a 72 por cento de ocupação, a sexta maior taxa do torneio.
Os números revelam mais do que paixão. Indicam consistência de engajamento em contextos esportivos distintos. O Bahia sustentou presença elevada mesmo sob pressão por desempenho e expectativas de protagonismo. O Vitória, recém consolidado na elite, transformou a retomada de competitividade em mobilização popular, reforçando o Barradão como ativo esportivo e simbólico.
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O impacto se estende além do ambiente emocional. Estádios cheios ampliam receitas, fortalecem a marca e influenciam diretamente o rendimento esportivo. A taxa de ocupação elevada cria vantagem competitiva, aumenta o poder de negociação comercial e reposiciona os clubes no debate nacional sobre sustentabilidade financeira e engajamento regional.
Há um recado claro no ranking. Em um futebol cada vez mais atravessado por discursos de mercado, Bahia e Vitória reafirmam que identidade e pertencimento seguem sendo diferenciais estratégicos. Quando o futebol baiano se conecta à sua gente, o resultado aparece primeiro nas arquibancadas e, quase sempre, ecoa dentro de campo.
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