Calderano vira número 2 e quebra eixo tradicional
Tênis de mesa brasileiro entra na elite absoluta
Hugo Calderano alcançou a vice liderança do ranking mundial de tênis de mesa aos 29 anos, a melhor marca da carreira e um marco para o esporte do continente. Ele se tornou o primeiro atleta fora do eixo Ásia e Europa a ocupar o top 2, em um feito raro na história da modalidade.
O salto não cai do céu. É resultado de sequência consistente, com título da ITTF Americas Cup em San Francisco e semifinal no WTT Star Contender de Doha, além de permanência longa no top 10 desde 2018, sinal de regularidade em circuito que pune oscilações. Ranking de elite é fotografia de volume e qualidade, não de um dia inspirado.
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O cenário agora muda em termos de pressão e oportunidade. Calderano entra no grupo que dita referência, vira alvo em chave e estudo, e passa a carregar expectativa de resultado grande nos principais eventos, como o Singapura Smash, que oferece pontuação pesada.
O veredito é que o Brasil não está celebrando apenas um número. Está celebrando pertencimento. O top 2 é uma credencial que obriga investimento, calendário e ambição compatíveis, porque a elite não perdoa acomodação.
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