Haaland marca cinco gols e expõe abismo competitivo nas eliminatórias europeias

EsportesArtilheiro implacável histórico

Haaland marca cinco gols e expõe abismo competitivo nas eliminatórias europeias

Noruega aplica goleada histórica na Moldávia e reforça chance inédita em 2026 

📷 Reprodução: X - OneFootball

A goleada da Noruega por 11 a 1 sobre a Moldávia, pelas eliminatórias da Copa de 2026, consolidou Erling Haaland como protagonista absoluto da noite em Oslo. O atacante do Manchester City marcou cinco vezes e ainda distribuiu duas assistências, estabelecendo uma das maiores atuações individuais já registradas nas qualificatórias do continente. O resultado elevou a seleção norueguesa à liderança isolada do Grupo I, com seis pontos de vantagem sobre a Itália, adversária direta que ainda tem uma partida pendente.

O desempenho, embora exuberante, deixa lições estratégicas. A Noruega construiu seu placar com pressão alta, amplitude pelos lados e aproveitamento clínico de um centroavante que domina todas as zonas da área. Haaland não apenas finalizou, mas também criou, atraindo defensores para liberar espaços aos companheiros. A fragilidade moldava, por sua vez, escancarou o desequilíbrio competitivo da Uefa, onde jogos com diferença de dois dígitos ainda ocorrem em plena década de 2020. A questão que se impõe é se a evolução do futebol europeu consegue conviver com lacunas tão evidentes.

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As consequências são imediatas. A Noruega, ausente de Copas desde 1998, aproxima-se de uma classificação direta histórica. O saldo de gols, primeiro critério de desempate em caso de igualdade, ganhou peso substancial após a goleada. Para Haaland, o desempenho reforça sua candidatura ao protagonismo absoluto da próxima Copa, num momento em que Mbappé e outros ícones dividem o cenário. Para a Itália, a pressão cresce: qualquer tropeço pode entregar ao rival nórdico a vaga mais cobiçada.

Convém, no entanto, relativizar a euforia. Golear adversários frágeis não garante competitividade diante de seleções mais organizadas. A Noruega ainda precisa provar consistência contra rivais de elite, algo que não se mede em noites de massacre. Haaland seguirá quebrando recordes, mas o verdadeiro teste será conduzir seu país contra defesas que não se abrem em fila. Se a Noruega sonha alto, terá de aprender que Copas não se conquistam apenas com números exuberantes, mas com solidez em cenários menos generosos.

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