Vojvoda prega equilíbrio, Neymar puxa Santos ao topo
Goleada anima, mata mata chega com cobrança e risco real
O Santos atropelou o Velo Clube por 6 a 0 na Vila Belmiro, avançou às quartas do Paulistão e ganhou o principal debate da semana, Neymar voltou a jogar em 2026, entrou no intervalo e fez cerca de 50 minutos. Juan Pablo Vojvoda comemorou a classificação, mas evitou cravar titularidade do camisa 10 no próximo compromisso, contra o Novorizontino.
A questão técnica não é só minutos em campo, é encaixe e gestão de carga. Neymar mexe no ritmo do time, abre linhas com passe curto, atrai marcação, muda o comportamento do adversário. Isso é vantagem tática. Também é risco físico se a pressa ditar o roteiro. Vojvoda fez o que treinadores experientes fazem, esfriou a euforia para proteger o plano.
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No cenário do campeonato, o Santos fechou a fase em sétimo e entra num jogo único fora de casa, ou seja, margem pequena para erro. A goleada melhora o ambiente, reduz ruído por alguns dias e dá tração ao discurso de brigar pelo título. Só que ela também eleva o nível de exigência, com Neymar em campo, a cobrança dobra, da arquibancada à imprensa.
O veredito é simples. O Santos ganhou uma ferramenta rara, mas não ganhou imunidade. Neymar pode elevar o teto do time, e Vojvoda precisa evitar que essa elevação vire dependência. Se o clube quiser ser candidato de verdade, vai precisar de estrutura coletiva, não de um único nome como salvo conduto.
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