CRAS Baraúnas e Orquestra Sinfônica da UEFS promovem ensaio aberto à comunidade
Durante o encontro, os músicos apresentaram um repertório diversificado, com trilhas sonoras do cinema e clássicos da música
Na tarde desta quarta-feira (12), o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Odorico Pereira, localizado no bairro Baraúnas, recebeu a Orquestra Sinfônica da Paz, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), para um ensaio aberto e um momento de integração musical com a comunidade.
Durante o encontro, os músicos apresentaram um repertório diversificado, com trilhas sonoras do cinema, clássicos da música brasileira e composições internacionais que marcaram gerações. A atividade proporcionou uma rica troca de experiências entre os participantes do CRAS e os integrantes da orquestra, reforçando o papel da música como instrumento de inclusão social e valorização cultural.
A secretária de Desenvolvimento Social, Gerusa Sampaio, destacou a importância do projeto. "No grupo musical do CRAS Baraúnas, temos participantes de 7 a 80 anos, todos empenhados em aprender a tocar instrumentos. A música representa muito mais que inclusão — ela transforma vidas", afirmou.
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A coordenadora do CRAS Baraúnas, Natalie Cabral, também ressaltou o significado do momento. "Esse é um momento importante, porque colhemos o fruto de todo o trabalho desenvolvido aqui no CRAS, na convivência e fortalecimento de vínculos. Essa parceria mostra o empenho dos nossos alunos. A música não tem limites — ela é transformadora na vida de qualquer pessoa. Temos dois alunos que começaram a estudar aqui e hoje fazem parte da Orquestra Neojiba", comemorou.
A professora de música do CRAS Baraúnas, Lucivanda Gonçalves, enfatizou o impacto positivo da prática musical. "A música tem papel fundamental no nosso cotidiano, especialmente na inclusão social. Ela é intergeracional — aqui temos integrantes de 7 a 84 anos tocando juntos. Quando há apresentações, todos ficam empolgados e motivados. É gratificante ver o poder que a música tem de transformar vidas, tanto dos alunos quanto de quem assiste", destacou.
Já a professora e coordenadora da Orquestra da Paz da UEFS, Taís Dantas, ressaltou o caráter educativo e social da iniciativa. "Essa extensão leva os conhecimentos produzidos e adquiridos na universidade para a comunidade — e com a comunidade. O que fazemos aqui é uma grande troca de experiências e vivências. A música tem o poder de unir", concluiu.
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