MPBA atuou em 480 sessões do Tribunal do Júri no mês de novembro
Número superou a média mensal do ano em 213%
Para Mirella Brito "o mutirão do Tribunal do Júri, ao julgar processos que estavam represados, demonstra que o Estado Democrático de Direito está ativo, vigilante e comprometido com a responsabilização dos autores de crimes contra a vida". Ela ressaltou que, ao enfrentar a violência com seriedade e celeridade, o Júri reafirma "seu papel pedagógico e pacificador, mostrando que a impunidade não é tolerada e que cada julgamento representa um cuidado real com a sociedade e um passo concreto rumo a um ambiente mais justo e seguro".
Coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim), o promotor de Justiça Adalto Araújo acredita que o mutirão é "uma ação mais que necessária e de inestimável valor para a sociedade".
O incremento na realização desses julgamentos sinaliza, para toda a sociedade, que o Sistema de Justiça tem buscado dar repostas mais céleres aos crimes mais graves que existem, os crimes contra a vida, sintetizou ele, ressaltando que "nesse sentido, o MPBA tem atuado incansavelmente na defesa da vida, através do esforço e suor dos seus promotores criminais em todos os cantos da Bahia". "Construir uma sociedade com menos violência e mais justiça é o que queremos", frisou.
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