Trabalhadores do setor de energia se manifestam por reajuste salarial e melhores condições de trabalho em Feira

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Trabalhadores do setor de energia se manifestam por reajuste salarial e melhores condições de trabalho em Feira

Sindicato destacou que a categoria vem negociando com a concessionária desde setembro de 2025. 

Foto: Mário Sepulveda/ FE

O Sindicato dos Eletricitários da Bahia (Sinergia) e trabalhadores da Neoenergia Coelba realização uma manifestação nesta segunda-feira (26) para cobrar uma resposta da concessionária acerca da pauta de reivindicações da categoria, que inclui reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

A mobilização ocorreu em frente à UTD Feira Norte, em Feira de Santana. E, segundo Mário Bonfim, diretor jurídico da Sinergia, a assembleia de hoje com os trabalhadores da Neonegia Coelba foi organizada devido à falta de propostas da Concessionária, mesmo após uma reunião mediada pela Secretaria Regional do Trabalho e Emprego, com a categoria e a empresa.

"Nós estamos com uma pauta bem extensa, mas alguns itens é que estão mais impactando, que é o Plano de Saúde, a Hora-atividade da Linha Viva, o ganho real, dentre outras cláusulas que a gente vem discutindo. A partir do momento que ela não tem o ganho real, apenas repõe a inflação, ela tem perda. E a gente quer que, além da reposição da inflação.

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Ele destacou que a categoria vem negociando com a concessionária desde setembro de 2025.

"Somente de outubro em diante foi que a Coelba se reuniu pela primeira vez com o sindicato. Hoje em dia a greve é o último instrumento que a gente vai fazer. Estamos nas mobilizações, estamos em estado de alerta, iremos progredir para a assembleia permanente e, em último caso, se não tiver nenhuma negociação, que eu espero que tenha, a gente pode sim vir fazer uma greve. Mas a Coelba está intransigente, ela acha que não deve negociar mais."

O prestador de serviço Igor Oliveira também pediu mais transparência em relação ao plano de saúde. "A empresa, simplesmente, fez uma proposta que não atende ao trabalhador, que irá beneficiar apenas a empresa, e nós não aceitamos, estamos lutando por uma nova proposta. Porque hoje o lucro é exorbitante, de milhões de reais, com um atendimento precário à população."

Ele denunciou ainda o sucateamento do serviço e a falta de equipamentos de proteção (EPIs). "Tudo isso a gente sempre vem reivindicando juntamente com o sindicato, para que haja essa melhora. E estamos aqui na luta para que haja melhorias em prol do trabalhador." 

 

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Terça, 27 Janeiro 2026

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