Irã ameaça retaliar EUA em meio a onda de protestos que já deixou 192 mortos
A declaração partiu do parlamento iraniano, após o presidente Donald Trump afirmar que o governo norte americano está pronto para ajudar o país.
Em meio a maior onda de protesto desde 2022, que já deixou ao menos 192 mortos, o Irã ameaçou neste domingo (11) atacar bases militares dos Estados Unidos e Israel, caso seja alvo de ataques por parte dos EUA.
A declaração partiu do parlamento iraniano, após o presidente Donald Trump afirmar que o governo norte americano está pronto para ajudar o país.
"Sejamos claros: em caso de ataque ao Irã, os territórios ocupados [Israel], assim como todas as bases e navios dos EUA, serão nossos alvos legítimos", disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf.
O Irã também acusa os EUA de semear o caos e desordem no país, chamando grupos opositores ao governo de badernistas e terroristas.
A declaração partiu do parlamento iraniano, após o presidente Donald Trump afirmar que o governo norte americano está pronto para ajudar o país.
"Sejamos claros: em caso de ataque ao Irã, os territórios ocupados [Israel], assim como todas as bases e navios dos EUA, serão nossos alvos legítimos", disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf.
O Irã também acusa os EUA de semear o caos e desordem no país, chamando grupos opositores ao governo de badernistas e terroristas.
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Os confrontos e manifestações se intensificaram no Irã, na última semana, após a população protestar contra a crise econômica do país, que vem enfrentando altos índices de inflação.
Os manifestantes pedem ainda a queda do governo clerical, o que tem gerado uma forte onda de violência generalizada e destruição de prédios e estabelecimentos.
Os confrontos e manifestações se intensificaram no Irã, na última semana, após a população protestar contra a crise econômica do país, que vem enfrentando altos índices de inflação.
Os manifestantes pedem ainda a queda do governo clerical, o que tem gerado uma forte onda de violência generalizada e destruição de prédios e estabelecimentos.
Em pronunciamento transmitido pela TV estatal, o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamene, chamou os manifestantes de "vândalos" e "sabotadores". Ele disse ainda que o país está em guerra, aumentando a repressão por meio da Guarda Revolucionária.
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