Presidente do Grupo Corona é sequestrado e assassinado no México
José Adrián Corona Radillo foi levado por criminosos e encontrado morto dois dias depois.
O empresário José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, foi sequestrado e assassinado no México. As informações foram divulgadas pela imprensa local na terça-feira (6). A empresa que ele comandava era conhecida no país pela produção de tequila.
O Grupo Corona não é o mesmo que produz a cerveja Corona. Apesar da origem mexicana, a marca pertence ao Grupo Modelo, atualmente controlado pela multinacional belga-brasileira Anheuser-Busch InBev. A empresa comandada por Radillo foi fundada em 1954 e é conhecida também pela produção de vinhos e licores.
Segundo o jornal mexicano El Universal, Radillo foi abordado por criminosos em uma rodovia no dia 27 de dezembro, no estado de Jalisco, no oeste do país. As autoridades afirmaram que ele viajava com a família quando o carro foi interceptado.
O Grupo Corona não é o mesmo que produz a cerveja Corona. Apesar da origem mexicana, a marca pertence ao Grupo Modelo, atualmente controlado pela multinacional belga-brasileira Anheuser-Busch InBev. A empresa comandada por Radillo foi fundada em 1954 e é conhecida também pela produção de vinhos e licores.
Segundo o jornal mexicano El Universal, Radillo foi abordado por criminosos em uma rodovia no dia 27 de dezembro, no estado de Jalisco, no oeste do país. As autoridades afirmaram que ele viajava com a família quando o carro foi interceptado.
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Os criminosos levaram pertences pessoais da família e sequestraram o empresário, deixando os demais ocupantes na rodovia. O corpo de Radillo foi encontrado dois dias depois, próximo ao local do crime.
De acordo com o El Universal, o corpo apresentava sinais de violência e ferimentos provocados por arma de fogo.
Os criminosos levaram pertences pessoais da família e sequestraram o empresário, deixando os demais ocupantes na rodovia. O corpo de Radillo foi encontrado dois dias depois, próximo ao local do crime.
De acordo com o El Universal, o corpo apresentava sinais de violência e ferimentos provocados por arma de fogo.
O site Infobae informou que investigadores trabalham com a hipótese de que Radillo tenha sido vítima de um ataque aleatório e que o crime não estaria relacionado à atuação empresarial. A região onde o sequestro ocorreu é considerada perigosa.
Fonte: g1
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