Polícia descobre cemitério clandestino utilizado para ocultar cadáveres de vítimas do 'tribunal do crime'
Segundo Ministério Público da Bahia, três ossadas humanas foram retiradas da área, localizada no povoado de São João do Monte, em Itabela.
Um cemitério clandestino foi descoberto durante uma operação do Ministério Público da Bahia (MP-BA), na cidade de Itabela, no extremo sul da Bahia, nesta quarta-feira (28). Segundo o órgão, três ossadas humanas foram retiradas da área, localizada no povoado de São João do Monte.
A região é conhecida como "Montinho" e, conforme investigações policiais, era utilizada para ocultação de cadáveres. Levantamentos preliminares apontam para a existência de ao menos 10 corpos enterrados clandestinamente no local. As vítimas teriam sido executadas pelo chamado "tribunal do crime".
As ossadas encontradas nesta quarta foram retiradas pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável por identificar as vítimas e devolvê-las às famílias. O cemitério clandestino continuará sendo objeto de investigações, que tentarão localizar e identificar outras vítimas.
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Outras apurações são realizadas para tentar identificar outras áreas usadas para depositar corpos de vítimas. Além do MP-BA, participaram da ação desta quarta o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco Sul), em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), através das Polícias Civil e Militar
As informações sobre a utilização da área foram conseguidas durante uma ação policial deflagrada no dia 20 de janeiro. A ação era voltada para o enfrentamento de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) atribuídos a uma facção criminosa.
A região é conhecida como "Montinho" e, conforme investigações policiais, era utilizada para ocultação de cadáveres. Levantamentos preliminares apontam para a existência de ao menos 10 corpos enterrados clandestinamente no local. As vítimas teriam sido executadas pelo chamado "tribunal do crime".
As ossadas encontradas nesta quarta foram retiradas pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável por identificar as vítimas e devolvê-las às famílias. O cemitério clandestino continuará sendo objeto de investigações, que tentarão localizar e identificar outras vítimas.
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Outras apurações são realizadas para tentar identificar outras áreas usadas para depositar corpos de vítimas. Além do MP-BA, participaram da ação desta quarta o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco Sul), em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), através das Polícias Civil e Militar
As informações sobre a utilização da área foram conseguidas durante uma ação policial deflagrada no dia 20 de janeiro. A ação era voltada para o enfrentamento de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) atribuídos a uma facção criminosa.
Na ocasião, foram apreendidos armamentos, rádios comunicadores, aparelhos celulares, uma balaclava e vestimentas camufladas.
Fonte: G1
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