Ponto e Vírgula 05/11/2021

Ponto e Vírgula 05/11/2021

Sobe - Ciro Gomes, por suspender sua candidatura a presidente, em repúdio ao seu partido - PDT - que se entregou aos acenos das emendas parlamentares.

Desce - Deputados que votaram pela PEC dos Precatórios, causando um calote para os credores da União.

Candidatura suspensa

O ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), decidiu suspender sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto para as eleições de 2022. O político usou as redes sociais na manhã de ontem (4), para dizer que "a vida nos traz surpresas fortemente negativas e coloca graves desafios", ao comentar a postura da maioria da bancada do seu partido, o PDT, de apoiar a PEC dos Precatórios. "A mim só me resta um caminho: deixar a minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição".

Rui Costa

Durante discurso ontem (4), em evento na cidade de Jaguarari, o governador Rui Costa (PT) revelou que não será candidato em 2022. Sucessor de Jaques Wagner (PT), Rui é cotado para tentar uma cadeira no Senado, o que faria com que deixasse o cargo antes do fim do mandato, abrindo espaço para que o seu vice João Leão (PP) assumisse o Palácio de Ondina na reta final. "Espero que o povo nessa região saiba, ano que vem, separar o 'joio do trigo'. Eu não vou ser candidato ano que vem, mas vou rodar essa Bahia inteira, pedindo a meu povo", disse.

Ouvindo Feira

Depois do bairro Feira IX, ontem (4), Tomba e região receberam a "Caravana Ouvindo Feira", projeto realizado pelos Mandatos Itinerantes dos deputados federal Zé Neto e estadual Robinson Almeida, e dos vereadores Silvio Dias e Professor Ivamberg, todos do PT. Criado em 2019 por Zé Neto, Robinson Almeida e, o ex-vereador Alberto Nery, o Ouvindo Feira tem como objetivo dialogar com a população dos bairros e distritos de Feira de Santana sobre as demandas da comunidade, buscando encontrar possíveis soluções para os respectivos problemas. Por conta da pandemia, a segunda edição do projeto não foi realizada no ano passado.

Contra COELBA

O deputado estadual Tum (PSC) conseguiu mais do que as assinaturas suficientes e pediu à Assembleia Legislativa da Bahia - ALBA a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Coelba, empresa privada controlada pelo grupo espanhol Neoenergia/Iberdrola e que é responsável pelo fornecimento de energia na Bahia. A comissão foi apoiada por outros 31 deputados, 10 a mais que o mínimo necessário. O colegiado será composto por oito membros titulares e 4 suplentes.

Regularização fundiária

A regularização fundiária nos bairros e distritos de Feira de Santana deverá ser alvo de uma emenda no Plano Plurianual do Município, em discussão na Câmara. Esta é a intenção do vereador Correia Zezito (Patriota), apresentada na sessão de ontem (4), da Casa da Cidadania. Ele vê grande necessidade de que sejam contempladas famílias de diversos bairros da cidade, a exemplo da Rua Nova, Expansão do Feira IX e Comunidade da Paz, bem como comunidades da zona rural.

Novo

O partido Novo anunciou oficialmente a pré-candidatura do cientista político Luiz Felipe D'Avila para disputar a Presidência da República em 2022. O ato ocorreu ontem (3), em Brasília. D'Avila disse que está aberto ao diálogo com outros candidatos para construir alternativas para as eleições, mas afirmou se tratar agora de um momento para os partidos apostarem nas suas próprias candidaturas.

Cheque

O ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, usou as redes no início de ontem (4), para criticar o PDT. Segundo Haddad, a sigla deu um cheque de R$ 90 bilhões para a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). "Em 2018, 3 dos 4 candidatos do PDT a governador que foram para o 2° turno declararam voto no Bolsonaro. Hoje, o partido assinou um cheque de R$ 90 bi para viabilizar sua reeleição. Não sei se tem conserto. Estrago monumental!", escreveu Haddad, no Twitter.

Insegurança

A cúpula do Progressistas avalia que o presidente Jair Bolsonaro ainda ão decidiu a qual partido se filiará para disputar a reeleição em 2022 porque estaria "inseguro". Para a sigla, comandada pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, é de que essa insegurança teria aumentado após as ameaças do PL de deixar a base aliada, caso o presidente não se filie à legenda. A informação é do Metrópoles. 

 

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Sexta, 28 Janeiro 2022

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