Ponto e Vírgula 13/01/2026
Sobe – O cinema brasileiro, que através do filme O Agente Secreto, obteve duas expressivas premiações no Festival Globo de Ouro, nos Estados Unidos
Desce – O presidente dos EUA, Donald Trump, por insistir em tomar a Groelândia da Dinamarca, uma situação que pode causar confronto com países europeus
Puro governador
O senador Jaques Wagner (PT) voltou a comentar ontem (12) sobre a possibilidade de a chapa governista que vai disputar as eleições deste ano ser composta pelos três últimos chefes do Executivo baiano. Além de ele tentando se reeleger ao Senado, Jerônimo Rodrigues tentaria seguir por mais quatro anos no Palácio de Ondina e o atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, também disputaria uma cadeira na Casa Alta do Congresso Nacional. Em entrevista coletiva durante a entrega das chaves do novo Terminal Rodoviário de Salvador ao governador Jerônimo Rodrigues, Wagner disse que aguarda apenas o grupo político "concordar" com o que ele batizou de "chapa puro governador".
Expectativa
Sobre as negociações envolvendo o senador Ângelo Coronel (PSD), que também disputa a reeleição, Jaques Wagner disse durante a entrevista, que espera resolver a questão até o final de janeiro. "Independentemente do desfecho, espero que seja uma decisão consensual, pois como eu venho sempre dizendo, nossa base precisa se manter firme. Não tem espaço para rachas", declarou.
Vai sair
De olho na campanha eleitoral para releição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o baiano Sidônio Palmeira, chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), pode deixar a gestão federal — ele assumiu o cargo em janeiro de 2025. Sidônio deixará o cargo para comandar a campanha de reeleição do petista. De acordo com a colunista Milena Teixeira, do Metrópoles, Sidônio deve deixar a pasta em junho, prazo diferente de parte dos ministros do governo, que devem sair em abril para disputar cargos eletivos – na Bahia, um dos exemplos é o de Rui Costa (Casa Civil), que vai concorrer ao Senado.
Confirmou
O governador de Goiás e pré-candidato a presidente do Brasil, Ronaldo Caiado (União Brasil) revelou que vai participar da tradicional Lavagem do Bonfim, que será realizada na próxima quinta-feira (15). O político virá à Bahia para participar do evento ao lado do pré-candidato a governador, ACM Neto (União Brasil) e do prefeito de Salvador Bruno Reis (União Brasil). O evento deve reunir lideranças do partido e aliados políticos, marcando mais um movimento do goiano em se aproximar do eleitorado baiano, visto a chegada do ano eleitoral. O governador goiano ainda tem uma agenda marcada para a véspera da Lavagem, na quarta-feira (14), ao lado de Bruno Reis na capital baiana.
Aproximação
Caiado, desde que confirmou a intenção de disputar a Presidência da República, tem apostado em uma aproximação política com os baianos. "A Bahia é um estado que foi transformado com a política, quando ACM Neto foi prefeito de Salvador e recebeu a cidade nas mesmas condições em que eu recebi o estado [Goiás]. As melhorias continuam agora com Bruno Reis à frente da Prefeitura de Salvador, o que é um orgulho para nós, mostrando que a gestão do União Brasil faz a diferença", afirmou Caiado.
Movimentação
Quem se movimenta nos bastidores para confirmar candidatura ao Palácio do Planalto é o ex-ministro dos governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, Aldo Rebelo, anunciou na última sexta-feira (9) que vai oficializar a sua candidatura à Presidência da República pelo partido Democracia Cristã (DC) no dia 31 de janeiro, em um ato público em São Paulo. No sábado (10), Rebelo publicou um vídeo nas redes sociais em que apresenta a sua trajetória política e se apresenta plural, que foi de um partido comunista à interlocução com a extrema-direita. Aldo Rebelo deixou o PCdoB em 2017 e passou por PSB, Solidariedade, PDT e MDB antes de se filiar ao DC. Ao longo da última década, ele se afastou da esquerda e se aproximar do bolsonarismo.
Documento
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, recebeu um documento assinado pela maioria dos senadores da República para que ele conceda prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O documento foi apresentado pelo senador Wilder Morais (PL). No requerimento, o parlamentar pede para que o magistrado considere o estado de saúde de Bolsonaro, que recentemente passou por uma cirurgia.
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