Atirador do Cefet que matou duas colegas estava afastado por problemas psiquiátricos

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Atirador do Cefet que matou duas colegas estava afastado por problemas psiquiátricos

João Antônio Miranda Tello Gonçalves atirou e matou a diretora Allane Pedrotti e a psicóloga Layse Pinheiro 

Foto: Reprodução/ Redes Sociais
João Antônio Miranda Tello Gonçalves, que também era funcionário da instituição, matou a diretora Allane Pedrotti e a psicóloga Layse Pinheiro, e depois tirou a própria vida. Caso é investigado pela Delegacia de Homicídios.

O funcionário do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) do Maracanã, na Zona Norte do Rio, que matou duas colegas de trabalho nesta sexta-feira (28) dentro da instituição, estava afastado de suas atividades havia 60 dias por problemas psiquiátricos.

João Antônio Miranda Tello Gonçalves atirou e matou a diretora Allane Pedrotti e a psicóloga Layse Pinheiro, e depois tirou a própria vida. Segundo informações da Polícia Militar, o atirador desejava retornar ao setor onde atuava Allane.

Atualmente, Allane de Souza Pedrotti Mattos era diretora da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino (DIACE). Já Layse Costa Pinheiro era psicóloga da instituição.

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O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que apura a morte das duas funcionárias e do agressor.

Como foi o ataque
De acordo com relatos colhidos no local, João Antônio entrou na sala onde Allane estava e efetuou disparos à queima-roupa, atingindo-a na nuca e no ombro.

Na sequência, ele se deslocou até outra sala, onde estava a psicóloga Layse Costa Pinheiro, e disparou mais vezes, acertando-a na cabeça e no abdômen.

Depois dos ataques, João Antônio seguiu para uma outra sala e tirou a própria vida. Ele foi encontrado pelos policiais militares que prestavam apoio à ocorrência. Com ele foi encontrada a pistola Glock .380 utilizada no crime.

PM evacuou prédio
Equipes da Polícia Militar foram acionadas e evacuaram todo o prédio do Cefet para permitir uma varredura completa e confirmar que não havia outras ameaças no local. O Corpo de Bombeiros fez os primeiros atendimentos às duas funcionárias.

Allane e Layse foram levadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiram aos ferimentos.

Investigação
Segundo a PM, colegas de trabalho informaram que o atirador estava afastado havia 60 dias por questões psiquiátricas e manifestava interesse em retornar ao setor onde Allane atuava. Ainda não há confirmação oficial sobre a motivação do crime.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que abriu investigação para esclarecer o que levou João Antônio a cometer o ataque, além de analisar seu histórico funcional e o afastamento por questões de saúde mental. 


Fonte: g1

 

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Sábado, 29 Novembro 2025

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