Empresária influencer é detida por suspeita de estelionato

BrasilPrisão

Empresária influencer é detida por suspeita de estelionato

Ela é suspeita de aplicar golpes em comerciantes em compras online

Crédito: Acervo pessoal

A empresária e influencer Mayara Lima Corrêa, de 32 anos, foi presa nesta segunda-feira (30) em Itajaí, no litoral Norte de Santa Catarina, por estelionato. Ela é suspeita de aplicar golpes em comerciantes em compras online.

Segundo reportagem da RecordTV, Mayara utilizava dados de outras pessoas para realizar compras online.

Depois de uma audiência de custódia, realizada na tarde desta terça-feira (31), Mayara foi liberada. A informação foi confirmada à reportagem pelo advogado criminalista Franklin Assis, que faz a defesa da empresária.

Só no Instagram, Mayara tem quase 200 mil seguidores. Nas redes sociais, a empresária se apresenta como especialista em bronzeamento artificial e bronze legalizado, além de alisamentos. Além dos procedimentos realizados por ela, a influencer também compartilha fotos com famosos e viagens.

O estabelecimento de Mayara, que possuía três máquinas de bronzeamento artificial, foi interditado. Este tipo de equipamento é proibido no Brasil por uma resolução de 2009 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No local e na residência da empresária também foram apreendidos diversos produtos, totalizando R$ 40 mil.

Para o advogado da influencer, não havia necessidade de conversão da prisão em flagrante para preventiva porque "medidas cautelares seriam suficientes para garantir a ordem pública".

Em nota, o advogado explicou que o juiz entendeu que "a conduta foi atípica, não vinculando a atividade da empresária a nenhum crime" e, por isso, não haverá medidas cautelares. O caso agora segue para análise do Ministério Público, que deve decidir se oferece ou não denúncia contra a empresária.

A reportagem tentou contato com a Polícia Civil e com o TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) por e-mail, WhatsApp, e telefone para mais informações sobre a prisão, investigações e processo, mas não obteve retorno.

A reportagem também procurou a Vigilância Sanitária de Itajaí para saber se o estabelecimento continua interditado e quais irregularidades foram encontradas no local. Caso tenha retorno, esta nota será atualizada. 

Veja também:

 

Comentários:

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.
Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Nenhum comentário feito ainda. Seja o primeiro a enviar um comentário
Já Registrado? Acesse sua conta
Visitante
Terça, 23 Abril 2024

Ao aceitar, você acessará um serviço fornecido por terceiros externos a https://www.jornalfolhadoestado.com/