Folha do Estado: inovação sem perder a tradição

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Folha do Estado: inovação sem perder a tradição

O Folha do Estado, hoje, consolida-se como o jornal diário mais longevo de Feira de Santana

Crédito: Divulgação
Um jornal é feito de histórias, fatos, descobertas, apurações e, também, de uma base sólida que o sustenta e dita suas diretrizes para que a sociedade tenha a seguridade que os preceitos éticos do jornalismo sejam. Há, exatamente, 25 anos (20 de dezembro de 1996) nascia o Jornal Folha do Estado da Bahia, que chegou com um propósito inovador e se assegura até hoje na inovação contínua e claro, na tradição.

"A ideia do Jornal surgiu como uma empresa para comunicação, meu setor de atividades era outro, o setor de papelaria e livraria. Então, encomendei uma pesquisa para ver a possibilidade de colocar mais um jornal na cidade", lembrou o fundador do Jornal, Humberto Cedraz. Na época memorada por Cedraz, tinham em Feira dois jornais impressos em circulação, o Jornal Feira Hoje como diário, e o Folha do Norte, semanário. O mercado existia, mas, o Jornal Folha do Estado já nasceu no intuito de não ser só mais um.

"Em 1996, criei o Jornal com a perspectiva de que não fosse só um jornal local, mas que seria um nicho de jornalismo atendendo as cidades em torno de Feira de Santana, portanto, no interior do Estado", disse o fundador. "A edição de número 0 do Jornal Folha do Estado saiu no dia 20 de dezembro de 1996, a segunda saiu 4 de janeiro e durou um ano com a circulação semanal, pouco depois de um ano, no aniversário da cidade, em 1998, tornamos o Jornal já diário, que até hoje circula", completou.

O Folha do Estado, hoje, consolida-se como o jornal diário mais longevo de Feira de Santana, mas não é só isso, ele alcança cidades de todo o interior baiano, fruto de uma projeção traçada há 25 anos. "Além de esperar só que o mercado de publicidade sustentasse o Jornal, fui atrás da publicidade legal nas cidades do interior, que não tinha uma prática de publicidade aos atos municipais e que apenas publicavam as publicidades impositivas – antes feitas só em Salvador com um valor muito maior". "Naquele tempo", lembra ele, "isso deu sustentação ao nosso Jornal, as cidades se viam dentro do jornal, numa semana saiam seguramente jornalismo sobre 10 ou mais cidades, conteúdos do esporte, cultura e de modo geral".

Atualmente, Humberto Cedraz já não assume mais a direção da empresa Folha do Estado. "Fiquei na direção até início de 2007, depois o jornal foi assumido por outras pessoas da família e eu fiquei apenas escrevendo minha coluna que, inclusive, faço sem receber dinheiro nenhum, por diletantismo mesmo", brincou Cedraz. A Coluna em questão é publicada, diariamente, na página 2, na editoria de Política.

A "Ponto e Vírgula" traz notas sobre a política municipal, estadual, nacional e internacional, repercutida sempre nos outros veículos de comunicação.

"Quando me elegi vereador, depois deputado eu saí definitivamente da administração do Jornal. Até hoje, a equipe que assumiu a gestão segue a linha que tracei, priorizar a imparcialidade acima de tudo e não usar o veículo para ascensão social".

Margareth Cedraz assume desde 1996 a direção de marketing do Jornal Folha do Estado e de acordo com ela, a tradição tem sido uma marca mantida. "O que a gente faz é mostrar a credibilidade do Jornal, mostrar que o impresso é documento, nós somos o único documental do interior baiano e isso dá maior credibilidade", afirmou.

O Jornal é sempre procurado quando a questão é relevância. "Se alguma instituição faz pesquisas sobre credibilidade e qualidade no informar, o veículo jornal é o primeiro a ser citado, tendo em vista que o que está no papel não pode ser editado", exemplificou.

Para Margareth, atrair anunciantes é mostrar o valor do diário. "Quem assina o jornal é o público formador de opinião, aquele público que realmente tem interesse pela leitura e pelo fato real. Os meios de comunicação digital de maior credibilidade são os que vêm de jornal impresso, o poder do veículo jornal impresso por si só, se vende".

Para Margareth, os 25 anos do Folha do Estado tem marcas de conquistas. "Foi tudo como deveria ter sido, as dificuldades nos zeram mais fortes, foram 25 anos que nos zeram aprender muito. Nosso jornal hoje está muito maior, está nas redes sociais, na palma da mão, estamos em todos os meios e mesmo assim, ainda mantemos, com louvor, o impresso, que foi onde tudo começou", celebrou.
 

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Sexta, 30 Setembro 2022

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