Gramado sintético vira pauta de saúde e desempenho
Especialista alerta para sobrecarga e risco de lesões
O uso de gramados sintéticos em estádios e centros de treinamento ampliou o debate no futebol, com clubes defendendo praticidade e custos, e atletas e profissionais de saúde apontando possíveis prejuízos. A reportagem registra que o Flamengo protocolou na CBF uma sugestão de melhoria dos gramados até 2029, com transição gradativa para campos naturais ou híbridos.
A análise técnica passa pela biomecânica. Segundo o ortopedista Leandro Cardoso Guimarães de Aguiar, o sintético tende a absorver menos impacto, transferindo carga para joelhos, tornozelos e quadris, e a aderência pode aumentar forças de torção em movimentos de giro, elevando o risco de lesões ligamentares.
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No cenário, a discussão deixa de ser estética e vira ativo de performance e de carreira. Se o piso afeta dor crônica, desgaste e tendinopatias, como citado, então o tema entra na mesma prateleira de calendário, recuperação e gestão de minutos, que são decisões estratégicas de clube.
Meu veredito é que a modernidade não pode ser desculpa para atalhos. Se a conta das lesões sobe, o barato sai caro, e o futebol brasileiro precisa padronizar qualidade pensando no atleta, não só no orçamento.
Com informações de: Correio 24 Horas
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