Luan sai de cena e carreira se dissolve sem anúncio
Do auge no Grêmio ao sumiço após dores persistentes
Luan Guilherme, 32 anos, sem atuar há duas temporadas, tem tratado a aposentadoria como decisão prática, sem cerimônia e sem anúncio público. Segundo a reportagem citada, ele entrou em campo pela última vez em 27 de março de 2024, no 3 a 1 do Vitória sobre o Treze-PB, pela Copa do Nordeste, quando jogou 69 minutos e deu uma assistência. Desde então, trocou rotina de treinos por discrição, investimentos e viagens.
A lupa aqui é física e mental. O texto relata dores no quadril que incomodam tarefas simples e uma lesão crônica no tornozelo, combinação que destrói o que um meia precisa, arranque curto, mudança de direção, repetição de esforço. Soma-se a isso o desgaste com cobranças e com o ambiente, um fator que costuma ser tratado como frescura, mas que, para atletas que já provaram tudo, pode ser o empurrão final para fechar a porta.
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O cenário é simbólico para o futebol brasileiro. Luan fez 397 jogos como profissional, com 87 gols e 47 assistências, viveu o auge no Grêmio, passou por Corinthians, Santos e Vitória, e agora parece escolher a saída silenciosa. Isso revela como a carreira do jogador, muitas vezes, acaba antes do público perceber, não por falta de nome, mas por falta de corpo e de sentido.
Meu veredito é que o silêncio, nesse caso, é honestidade. O futebol cobra espetáculo até na despedida, mas não oferece cuidado proporcional quando o corpo quebra. Se Luan não volta, a história dele vira alerta, talento sem saúde vira memória, não legado.
Com informações de: Correio.
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