Marinho volta ao Vitória, festa na arquibancada, derrota no placar
Oito toques em campo e um retrato de timing
Dez anos depois, Marinho reencontrou o Barradão como camisa 7 do Vitória e viveu uma reestreia carregada de simbolismo na derrota por 2 a 1 para o Flamengo. O nome foi cantado do aquecimento ao apito final, como se a torcida tentasse puxar o jogo pelo braço.
O campo, porém, não se move por nostalgia. Marinho entrou com o Vitória mais encaixado na pressão do segundo tempo, mas já mais exposto na reta final. Sem lastro físico para aguentar muitos duelos longos e sem sequência de ações perto da área, virou peça de energia e não de decisão.
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Os números mostram o tamanho do intervalo entre expectativa e realidade, oito toques, duas faltas sofridas, dois duelos ganhos, uma finalização bloqueada. Jair Ventura ainda expôs o diagnóstico interno ao citar conversa em que o atacante se avaliou como "nota 6", insuficiente para mudar jogo grande.
A reestreia foi mais um capítulo emocional do que um ponto de virada técnico. Marinho voltou, o Vitória ganhou uma figura, mas só terá um ganho real quando o jogador recuperar ritmo para influenciar posse e último terço, porque camisa pesa, mas não resolve sozinha.
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