Morte de Cauã Batista interrompe ascensão no taekwondo brasileiro
Promessa de 18 anos estava internada no Rio e se preparava para seletiva nacional
O taekwondo nacional amanheceu em silêncio. Cauã Batista Gomes Este morreu aos 18 anos, na última terça feira, após uma semana internado no Hospital Municipal Miguel Couto, no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada. O atleta recebia doações de sangue, mas não resistiu.
Integrante da equipe Soares Team desde os nove anos, Cauã competia na categoria até 63 kg e estava inscrito na Seletiva Aberta Nacional marcada para esta semana, na Arena Carioca. Tratava-se de um passo relevante na transição definitiva para o alto rendimento adulto. Em um esporte que exige disciplina extrema, controle emocional e repetição técnica obsessiva, ele era apontado como talento em consolidação, não apenas promessa distante.
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A Confederação Brasileira de Taekwondo destacou a dedicação e o respeito do atleta, ressaltando seu papel dentro e fora das competições. No circuito de base, Cauã já carregava reconhecimento pela postura competitiva e maturidade incomum para a idade. Sua morte interrompe um ciclo de formação que vinha sendo cuidadosamente construído ao longo de quase uma década.
O esporte de alto rendimento convive com vitórias e derrotas, mas raramente está preparado para despedidas tão precoces. A perda de Cauã não é apenas estatística trágica. É a interrupção de um projeto de vida, de um talento em lapidação e de um jovem que começava a escrever seu próprio espaço na modalidade. O taekwondo brasileiro perde mais que um atleta. Perde futuro.
Com informações de: ge.globo
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