Quartas do Paulistão expõem funil e pressão
Velo cai, mata mata chega com jogo único
A primeira fase do Paulistão 2026 terminou no domingo, 15 de fevereiro, e fechou a fotografia completa do torneio. Capivariano, Corinthians, São Paulo e Santos ficaram com as últimas vagas no mata mata, enquanto o Velo Clube entrou no Z 2 e confirmou o rebaixamento, ao lado da Ponte Preta.
Os confrontos das quartas desenham um campeonato de margem mínima. Novorizontino x Santos, Palmeiras x Capivariano, Bragantino x São Paulo, Portuguesa x Corinthians, todos em jogo único e com mando do time de melhor campanha. Esse formato não premia posse bonita nem repertório de 90 minutos, ele exige lucidez em detalhes, bola parada, leitura de tempo e frieza nas áreas.
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O cenário também muda o peso do elenco. Sem ida e volta, a rotação perde espaço e a hierarquia cresce, principalmente para quem chega pressionado por fase irregular ou por ambiente instável. Empate leva a pênaltis, e pênaltis viram uma loteria que costuma premiar quem melhor administra nervo, não quem mais promete futebol.
O veredito é direto. O Paulistão entrou na fase em que discurso vira ruído e execução vira sentença. Quem souber transformar campanha em vantagem real, mando, comportamento, controle emocional, sobrevive. Quem confundir favoritismo com garantia cai rápido, e o campeonato não pede licença.
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Com informações de: ge.
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