Bahia sucumbe nos pênaltis diante do O'Higgins e dá adeus precoce à Libertadores
Tricolor vence no tempo normal, mas falha nas cobranças e encerra sonho continental
O Esporte Clube Bahia está fora da Copa Libertadores da América. Depois de vencer o O'Higgins Fútbol Club por 2 a 1 no tempo normal, na Arena Fonte Nova, o Tricolor perdeu por 4 a 3 nas penalidades e foi eliminado ainda na segunda fase. Willian José marcou duas vezes e levou a decisão para as cobranças, mas as falhas de Dell e Everton Ribeiro selaram a queda. Sem classificação, o clube fica fora do calendário internacional em 2026.
O início foi avassalador. Gol antes do primeiro minuto, pressão alta, intensidade e controle emocional. O Bahia construiu a vantagem com mobilidade pelos lados e presença de área.
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Mas o segundo tempo expôs fragilidades recorrentes. Um erro de saída de bola permitiu o empate de Arnaldo Castillo e devolveu confiança aos chilenos. A equipe de Rogério Ceni perdeu fluidez, acelerou as decisões e produziu pouco. Quando o jogo exigiu maturidade, entregou nervosismo.
A eliminação pesa esportiva e financeiramente. A Libertadores não é apenas vitrine, é receita e afirmação de projeto. Cair em casa, após construir o resultado necessário, amplia a frustração. O O Higgins mostrou organização defensiva e frieza nas penalidades, virtudes decisivas em confrontos equilibrados.
O Bahia teve a classificação nas mãos e não sustentou a vantagem emocional. Em torneios continentais, detalhes custam caro. Falhas individuais e instabilidade coletiva explicam a despedida precoce. O aprendizado é obrigatório. A cobrança também.
Com informações de: ge.globo
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