Rezende vendido, Bahia escolhe não repor e aposta no elenco
Negócio gira em torno de 1 milhão de euros
O Bahia encaminhou a venda do volante Rezende, 31, para o Qingdao West Coast, da China, em operação de cerca de 1 milhão de euros, perto de R$ 6 milhões, somando fixo e bônus por metas. O jogador deixa o clube após 160 jogos e nove gols, com última partida no empate com a Juazeirense.
A decisão de não ir ao mercado para reposição é tão importante quanto a venda. Ela diz que o clube confia na planilha interna, no planejamento prévio e na montagem de elenco, citando, por exemplo, contratações já pensadas para cobrir essa lacuna.
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O cenário, porém, exige cuidado. A posição de volante é onde campeonato se ganha em silêncio, com cobertura, ritmo e proteção da defesa. Se o Bahia erra na leitura de profundidade do elenco, o custo aparece no meio da temporada, quando não há janela fácil nem peça pronta.
O veredito é que o Bahia fez negócio coerente, desde que a coerência continue no campo. Vender é simples, difícil é manter equilíbrio sem perder intensidade e consistência no meio.
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