Abandono do Centro de Abastecimento e retirada de ambulantes da Fraga Maia aquecem debate da Câmara Municipal
O vereador Pedro Américo, que faz parte da base governista, ponderou que a administração municipal tem feito melhorias no Centro.
Vereadores da ala governista e de oposição teceram duras críticas, na manhã desta terça-feira (24), ao Poder Executivo, durante a sessão ordinária da Câmara Municipal, acerca da situação de abandono do Centro de Abastecimento.
Um dos parlamentares a discursar contra os problemas enfrentados pelo Centro foi o vereador Galeguinho. Segundo ele, o entreposto está abandonado e isso tem afugentado os clientes.
"Está parecendo um verdadeiro chiqueiro, com esgoto a céu aberto. Os banheiros são imundos e é cobrado o valor de R$ 2 pelo uso para os comerciantes, ambulantes, e todos que frequentam o Centro. Tudo isso está afastando os clientes, pois não tem segurança."
Galeguinho denuncia ainda a atuação de uma empresa privada, que, segundo ele, tem monopolizado o espaço público no Centro de Abastecimento.
"Existe um monopólio de uma empresa terceirizada, que usurpa o espaço público para fazer comércio lá dentro, e isso está escancarado. O Poder Executivo sabe, mas não toma nenhuma providência. Isso acontece em todas as feiras livres do município. Existe uma empresa que utiliza o espaço como se fosse dela. Nós somos aliados, mas não somos alienados", declarou.
Um dos parlamentares a discursar contra os problemas enfrentados pelo Centro foi o vereador Galeguinho. Segundo ele, o entreposto está abandonado e isso tem afugentado os clientes.
"Está parecendo um verdadeiro chiqueiro, com esgoto a céu aberto. Os banheiros são imundos e é cobrado o valor de R$ 2 pelo uso para os comerciantes, ambulantes, e todos que frequentam o Centro. Tudo isso está afastando os clientes, pois não tem segurança."
Galeguinho denuncia ainda a atuação de uma empresa privada, que, segundo ele, tem monopolizado o espaço público no Centro de Abastecimento.
"Existe um monopólio de uma empresa terceirizada, que usurpa o espaço público para fazer comércio lá dentro, e isso está escancarado. O Poder Executivo sabe, mas não toma nenhuma providência. Isso acontece em todas as feiras livres do município. Existe uma empresa que utiliza o espaço como se fosse dela. Nós somos aliados, mas não somos alienados", declarou.
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Já o vereador Pedro Américo, que faz parte da base governista, ponderou que a administração municipal tem feito melhorias no entreposto comercial.
"Muitas coisas acompanho de perto, sei dos avanços que tivemos, em especial no último ano. Muita coisa que a gente tinha planejado para as feiras livres o prefeito José Ronaldo deu seguimento, inclusive a rampa, que vai melhorar o acesso ao galpão de cereais. Outras melhorias também foram feitas. Agora de fato, temos um problema ali no entreposto, e precisamos nos perguntar se aquele é o local adequado para ele funcionar."
Na opinião dele, o Poder Executivo deveria analisar a possibilidade de uma Parceria Público-Privada (PPP).
"Talvez a população não saiba, mas a prefeitura gastava quase R$ 200 mil só de energia, mensalmente. Então começa por aí o debate: se esse formato faz bem ao município, se a prefeitura é capaz de fazer a gestão disso ou se uma parceria-público privada seria possível. Porque a gente debater questões pontuais sem pensar no macro não vai nos levar a lugar algum, e a população tem se chateado com a política", avalia.
Fraga Maia
Outro embate travado na Câmara, nesta terça-feira (24), foi sobre a situação dos ambulantes que comercializam tortas e doces na Avenida Fraga. De acordo com o vereador Galeguinho, os comerciantes foram retirados do local de forma truculenta, sem espaço para diálogo, pela prefeitura.
"Os ambulantes estavam na Fraga Maia e chegou a fiscalização da Settdec, exigindo que eles se retirassem do local e que se eles continuassem o rapa iria levar tudo. Achei isso totalmente desumano, uma covardia. Tem tantos problemas e situações mais complicadas na cidade, e o poder público está preocupado com os pais e mães de família que estão trabalhando. Eles apenas utilizam o espaço no momento de vender seus produtos, quando acaba recolhe e deixa tudo limpo."
Na avaliação dele, a presença dos ambulantes na Avenida traz benefícios ao comércio local.
"O que tenho observado é que a região tem crescido. A avenida é movimentada, as crianças saem com seus familiares para poderem comprar os doces, os bolos e isso fomenta a economia do nosso município. O comércio local ganha. Eu abraço essa causa, até porque entendo que nossa cidade foi feita a partir de uma feira, e estamos vivenciando em nosso país a falta de empregos. E esse é o meio que essa população encontrou para honrar seus compromissos."
Para o vereador Pedro Américo, o debate é legítimo e precisa ser feito.
Já o vereador Pedro Américo, que faz parte da base governista, ponderou que a administração municipal tem feito melhorias no entreposto comercial.
"Muitas coisas acompanho de perto, sei dos avanços que tivemos, em especial no último ano. Muita coisa que a gente tinha planejado para as feiras livres o prefeito José Ronaldo deu seguimento, inclusive a rampa, que vai melhorar o acesso ao galpão de cereais. Outras melhorias também foram feitas. Agora de fato, temos um problema ali no entreposto, e precisamos nos perguntar se aquele é o local adequado para ele funcionar."
Na opinião dele, o Poder Executivo deveria analisar a possibilidade de uma Parceria Público-Privada (PPP).
"Talvez a população não saiba, mas a prefeitura gastava quase R$ 200 mil só de energia, mensalmente. Então começa por aí o debate: se esse formato faz bem ao município, se a prefeitura é capaz de fazer a gestão disso ou se uma parceria-público privada seria possível. Porque a gente debater questões pontuais sem pensar no macro não vai nos levar a lugar algum, e a população tem se chateado com a política", avalia.
Fraga Maia
Outro embate travado na Câmara, nesta terça-feira (24), foi sobre a situação dos ambulantes que comercializam tortas e doces na Avenida Fraga. De acordo com o vereador Galeguinho, os comerciantes foram retirados do local de forma truculenta, sem espaço para diálogo, pela prefeitura.
"Os ambulantes estavam na Fraga Maia e chegou a fiscalização da Settdec, exigindo que eles se retirassem do local e que se eles continuassem o rapa iria levar tudo. Achei isso totalmente desumano, uma covardia. Tem tantos problemas e situações mais complicadas na cidade, e o poder público está preocupado com os pais e mães de família que estão trabalhando. Eles apenas utilizam o espaço no momento de vender seus produtos, quando acaba recolhe e deixa tudo limpo."
Na avaliação dele, a presença dos ambulantes na Avenida traz benefícios ao comércio local.
"O que tenho observado é que a região tem crescido. A avenida é movimentada, as crianças saem com seus familiares para poderem comprar os doces, os bolos e isso fomenta a economia do nosso município. O comércio local ganha. Eu abraço essa causa, até porque entendo que nossa cidade foi feita a partir de uma feira, e estamos vivenciando em nosso país a falta de empregos. E esse é o meio que essa população encontrou para honrar seus compromissos."
Para o vereador Pedro Américo, o debate é legítimo e precisa ser feito.
"É importante lembrar que a prefeitura desapropriou na Fraga Maia o local onde havia quiosques, para fazer a urbanização e tornar aquele espaço adequado para caminhada e com ciclovias. E aí vem hoje o debate sobre os tabuleiros de ambulantes. Tem espaço para isso? Existe outro local? Dá para fazer isso de maneira sazonal? A exemplo do domingo, como no projeto Arte na Avenida."
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