Jair Ventura chega ao jogo 400 sob cobrança de estabilidade
Vitória busca menos susto e mais construção em 2026
Jair Ventura completa 400 jogos como treinador nesta quarta-feira, diante do Bahia de Feira, no Barradão, pelo Campeonato Baiano. Chega ao número com 46 anos e com um discurso recorrente, o de que já usou diferentes desenhos e não quer ser aprisionado a um sistema.
A lupa, porém, aponta o que o campo revela. No Vitória, a identidade é nítida, compactação defensiva, linha de cinco, força na bola aérea. O custo também é visível, dificuldade para criar quando precisa propor. O treinador soma nove vitórias, dois empates e oito derrotas no clube, aproveitamento de 50,8 por cento, números que refletem o equilíbrio instável de um time que ainda oscila entre proteção e iniciativa.
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O cenário amplia a cobrança. Jair Ventura construiu a fama de "bombeiro" ao evitar rebaixamentos em sequência, e de fato chegou ao Vitória no fim de 2025 para salvar o time e renovou após cumprir a missão. Só que a segunda temporada é onde sua carreira costuma travar. Ele só terminou dois anos seguidos no mesmo clube uma vez, no Botafogo, entre 2016 e 2017.
O veredito é que o jogo 400 deveria ser celebração, mas vira também espelho. No Vitória, Jair tem a chance de provar que não vive de emergência, e sim de projeto. Para isso, precisa dar ao time algo além de segurança, precisa entregar controle com bola e uma rota de gols que não dependa apenas da bola parada.
Com informações de: ge.
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