Base do Vitória à prova
Copinha expõe talentos e escolhas do projeto
O Vitória inicia a Copinha 2026 com elenco fracionado e discurso claro. Parte da base foi absorvida pelo Campeonato Baiano profissional, outra segue para Guarulhos, onde o sub 20 encara Capivariano, Rio Branco e Associação Atlética Flamengo na fase inicial. A competição se apresenta como vitrine imediata e termômetro de decisões já tomadas no clube.
A lupa aponta um grupo heterogêneo, mas funcional. Almaraz oferece o raro perfil de organizador técnico, com leitura e bola parada refinada. Emanoel entrega presença de área e taxa de finalização confiável para a categoria. Emerson Buiú chega como caso sensível, lateral de vocação ofensiva que precisa provar consistência física e defensiva. Nico Célis e Hiago Fernandes completam o pacote com intensidade, versatilidade e bom entendimento de saída de jogo, ainda que sem lastro recente no sub 20.
📱 FEIRA DE SANTANA NOTÍCIAS 24H: Faça parte do canal do Folha do Estado no WhatsApp
O cenário é competitivo e exigente. A Copinha cobra resultado, mas sobretudo maturidade. Para o Vitória, o impacto vai além da classificação. O torneio pode acelerar promoções, redefinir empréstimos e ajustar o discurso de valorização da base em um clube que tenta equilibrar urgência esportiva e construção de patrimônio técnico.
O veredito exige frieza. Há talento, mas não há atalhos. A Copinha não consagra projetos, apenas revela coerência. Se o Vitória souber proteger funções, respeitar estágios e cobrar desempenho com critério, alguns nomes sairão maiores do que entraram. Caso contrário, o torneio será apenas mais um retrato de potencial disperso.
📱 Acesse o nosso site RadioGeral e TVGeral
📲 Nos acompanhe também nas redes sociais:
Comentários:
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.
Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.