Messi indica último jogo na Argentina antes da aposentadoria internacional
Craque planeja partida contra Venezuela como adeus simbólico à torcida
Lionel Messi, aos 38 anos, prepara-se para o que promete ser sua última apresentação pela seleção argentina em território nacional. O duelo contra a Venezuela, marcado para 4 de setembro, assume caráter simbólico, reunindo familiares e parte da equipe técnica que acompanhará o craque em sua despedida. Nos últimos meses, Messi manteve desempenho destacado pelo Inter Miami, reforçando a relevância de sua presença nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A indefinição sobre participação futura nos amistosos e na própria Copa aumenta a tensão em torno de sua trajetória final pela Albiceleste.
Tecnicamente, a partida representa um desafio estratégico para a Argentina. A equipe precisará equilibrar respeito e proteção ao ícone, sem comprometer a competitividade. Messi, apesar da idade avançada para padrões de elite, continua influenciando o jogo com visão de passe e finalização, o que obriga o treinador a ajustar linhas de marcação e manter ritmo intenso, sem sobrecarregar o capitão. A preparação tática será tão simbólica quanto prática, refletindo a necessidade de integrar o craque de maneira que preserve performance e imagem pública.
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O impacto da despedida vai além do campo. O evento deve gerar mobilização midiática internacional e repercussão econômica, atraindo público e patrocinadores, ao mesmo tempo em que cria espaço para renovação gradual da seleção argentina. A gestão do elenco passa a ter atenção redobrada, equilibrando reverência histórica e planejamento de médio prazo para 2026. Eventuais resultados do jogo e da fase final das Eliminatórias podem ser interpretados sob a lente da despedida, aumentando pressão sobre equipe e comissão técnica.
A decisão de Messi de encerrar suas partidas internacionais na Argentina é correta e inevitável. Em um esporte que idolatra talentos, a prudência em preservar sua integridade física e emocional é essencial. Há ironia implícita no fato de que um jogador que inspirou gerações precisará agora ser protegido do entusiasmo exacerbado que ele próprio ajudou a construir. Sua saída cria lacuna técnica e simbólica, mas também oportunidade de reconstrução e amadurecimento da Albiceleste, lembrando que até ícones precisam de despedida planejada.
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